O Sesc Santana recebe o espetáculo “Rapte-me Agora!”, com José Sampaio e Michelle Boesche na quarta-feira, dia 28/10; na sexta-feira, dia 30/10, é a vez de “Amar, Verbo Intransitivo”, com Luciana Carnieli e Pedro Daher e transmissão diretamente do palco do Sesc Ipiranga; e no domingo, dia 1/11, a atriz Walderez de Barros apresenta de sua casa o monólogo “Tantas Palavras”

Nova programação alterna exibições na casa de atores e atrizes com transmissões dos palcos das unidades sem a presença do público e dentro de todos os protocolos de segurança; apresentações acontecem aos domingos, quartas e sextas, em novo horário, às 21h.

Transmissões ao vivo permanecem no YouTube do Sesc São Paulo e no Instagram do Sesc Ao Vivo.

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A programação de Teatro #EmCasaComSesc está em nova fase, com os atores e as atrizes ocupando os palcos das unidades do Sesc na capital paulista, além das apresentações transmitidas das casas dos artistas. Com a mudança, o Sesc São Paulo passa a acolher versões de espetáculos com estruturas maiores, que contarão com os recursos do palco para a transmissão. Nesta nova fase, os teatros receberão as peças sem a presença do público e dentro de todos os protocolos de segurança. Em novo horário, mais cedo, às 21h, a série tem apresentações aos domingos, quartas e sextas.

O formato híbrido, com a manutenção das transmissões realizadas da casa dos artistas, permite que a série continue oferecendo encontros com nomes de outros estados e com atores e atrizes em condições de maior vulnerabilidade ao coronavírus. Com a possibilidade das transmissões nos palcos do Sesc, dá-se oportunidade a mais profissionais, ajudando a estimular o setor cultural. Com uma parcial e gradativa retomada das atividades do Sesc São Paulo, o início da programação nos palcos é um momento importante para a cultura e para uma retomada mais ampla no futuro.

Na quarta-feira (28/10), diretamente do palco do Sesc Santana, será apresentado o espetáculo “Rapte-me Agora!”, com texto de Ed Anderson, direção de Cynthia Falabella e atuação de José Sampaio e Michelle Boesche. Em uma tarde nublada de domingo, num ponto de ônibus, dois jovens se encontram e tentam se (re)conhecer – sem que o público tenha total clareza se são desconhecidos ou não -, enquanto o meio de transporte pelo qual esperam não chega. O enredo da adaptação faz alguns giros sobre a memória e os afetos dos personagens, que refletem sobre temas como o amor, amigos e família. Classificação: 12 anos.

Sexta-feira (30/10), o palco do Sesc Ipiranga recebe “Amar, Verbo Intransitivo”, que conta direção de Dagoberto Feliz e música de Dan Maia. O espetáculo, criação teatral a partir do romance homônimo de Mário de Andrade (1893-1945), apresenta Fräulein Elza, governanta alemã contratada por uma família tradicional paulista nos anos de 1920 para fazer a iniciação amorosa de Carlos, o primogênito herdeiro. A relação amorosa que nasce desse encontro é um meio para o autor tecer críticas sociais à moral da época, em especial na questão das relações de aparência e o papel de subordinação da mulher na sociedade. Com Luciana Carnieli, que também assina a adaptação, e Pedro Daher. O espetáculo, que estreou em 2019, recebeu o Prêmio Cleyde Yáconis da Secretaria Municipal de Cultura da São Paulo. Luciana Carnieli foi indicada por sua atuação aos Prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e Aplauso Brasil. Classificação: 12 anos.

Encerrando a semana, no domingo (1/11), Walderez de Barros, uma das mais respeitadas atrizes brasileiras, que completa 80 anos no dia 31 de outubro, apresenta diretamente de sua casa, em São Paulo, “Tantas Palavras”, com roteiro e direção de Elias Andreato. No trabalho inédito, Walderez compartilha textos da dramaturgia universal, selecionados por ela mesma, e interpreta trechos de obras de grandes autores, como Eurípides (séc V. a.C.), William Shakespeare (1564-1616) e Anton Tchekhov (1860-1904). No espetáculo, a atriz declama, ainda, “O Navio Negreiro”, do poeta Castro Alves (1847-1871), e traz textos do dramaturgo Plínio Marcos (1935-99), com quem foi casada. Classificação: 14 anos.

Agenda de 28 de outubro a 1º de novembro, 21h

28/10, quarta-feira: José Sampaio e Michelle Boesche em Rapte-me Agora!
30/10, sexta-feira: Luciana Carnieli e Pedro Daher em Amar, Verbo Intransitivo
1/10, domingo: Walderez de Barros em Tantas Palavras

Até o dia 24/10, o Teatro #EmCasaComSesc apresentou 90 espetáculos a uma audiência de quase 360 mil visualizações. Já passaram pela série os artistas Celso Frateschi, interpretando, de sua autoria, Diana, Georgette Fadel em Terror e Miséria no Terceiro Milênio, de Bertolt Brecht, Sérgio Mamberti em Plínio Marcos, Um Homem do Caminho, Ester Laccava com Ossada, Jé Oliveira em Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens, de sua autoria, Gustavo Gasparani em Ricardo III, de Shakespeare, Lavínia Pannunzio com Elizabeth Costello, Grace Passô, interpretando Frequência 20.20, Denise Weinberg em O Testamento de Maria, Ailton Graça com Solidão, Cacá Carvalho em O Carrinho de Mão in A Poltrona Escura, Bete Coelho interpretando Mãe Coragem, Gero Camilo em A Casa Amarela, Eduardo Mossri com Cartas Libanesas e Cláudia Missura em Paixões da Alma, Matheus Nachtergaele com seu Desconscerto, o ator pernambucano Dinho Lima Flor com o espetáculo Ledores no Breu, Jhonny Salaberg em Buraquinhos ou o vento é inimigo do Picumã, Cassio Scapin com Eu Não Dava Praquilo, Clara Carvalho em A Mais Forte, Rodrigo França na leitura de Contos Negreiros do Brasil, Mariana Lima com a peça SIM – Cérebro|Coração em conferência para a terra, Amanda Lyra em Quarto 19, Denise Fraga com Galileu e Eu – A Arte da Dúvida, Yara de Novaes com o monólogo Justa, Leonardo Netto em 3 Maneiras de Tocar no Assunto – O Homem com a Pedra na Mão, Lucelia Sergio em Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas, Débora Falabella com O Amor e Outros Estranhos Rumores e Debora Lamm encenando Mata Teu Pai, Ondina Clais apresentou Katierina Ivânovna, Antônio e Rocco Pitanga em Embarque Imediato, Teuda Bara em Queria Teatro, Pascoal da Conceição em Os Malefícios do Tabaco, Renato Borghi com Meu Ser Ator, Irene Ravache em Alma Despejada, Felipe Oládélè na performance Fragmentos, Ana Cristina Colla trouxe o solo SerEstando Mulheres, Darson Ribeiro encenou O Homem que queria ser livro, Rodrigo Bolzan apresentou projeto b, Thiago Lacerda encenou Quem Está Aí?, Christiane Tricerri mostrou Frida Kahlo – Viva la Vida, Caco Ciocler encenou Medusa, Fabiana Gugli apresentou Terra em Trânsito, Soraya Ravenle encenou Instabilidade Perpétua, Kenan Bernardes fez Medea Mina Jeje, Isabella Lemos apresentou Viva Cacilda! Felicidade Guerreira!, Quitéria Kelly trouxe A Frasqueira de Jacy, Eduardo Moscovis encenou O Livro, Maria Alencar apresentou A Cobradora, Regina Braga apresentou Um Porto para Elizabeth Bishop, Gregório Duvivier fez (A Montanha vai a) Sísifo, Cia Mungunzá apresentou Poema em Queda-Live – Episódio 1, Dirce Thomaz encenou Eu e Ela: Visita a Carolina Maria de Jesus, Luciana Paes apresentou Olar Universo!, Antonio Petrin fez Só os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores, Daniel Warren apresentou Pontos de Vista de um Palhaço, Claudio Tovar performou Diário de um Louco, Eduardo Okamoto apresentou Eldorado, Leona Cavalli fez Elogio da Loucura, Leonardo Rocha e Mariana Arruda, do Grupo Maria Cutia, apresentaram o Auto da Compadecida, Lilian de Lima mostrou Pagu, Anjo Incorruptível, Márcia Limma protagonizou Medeia Negra, Ana Beatriz Nogueira atuou em Um dia a Menos, Rita Clemente trouxe Amanda, Vitor Placca apresentou O Desmonte, Laila Garin interpretou Joana de Gota d’Água a Seco, Paulo Betti apresentou Autobiografia Autorizada, Georgiana Góes fez Pequenos e Grandes Gestos de Despedida, Renato Livera interpretou Colônia, Ana Kfouri fez Uma Frase Para Minha Mãe, Luiz Päetow concebeu e dirigiu Antunes Filho : ﹩odoma \G/omorra, Mel Lisboa apresentou Madame Blavatsky, Michael Blois, fez o espetáculo Euforia, Eva Wilma apresentou Eva a Live, Esther Góes encenou As Mulheres e Aristófanes, com a participação de seu filho, Ariel Borghi, Ricardo Kosovski atuou no solo TRIPAS in Box, Alício Amaral, da Cia. Mundu Rodá trouxe Memórias da Rabeca, Vinicius Piedade apresentou Hamlet Cancelado, Alexandre Ferreira atuou em Vincent Willem van Gogh, Fernanda Nobre e Maria Helena Chira encenaram A Desumanização, a Companhia do Latão apresentou Lugar Nenhum, o ator Duda Woyda atuou em Caio F. em Casa, o grupo La Mínima mostrou A Noite dos Palhaços Mudos, Rodrigo Pocidônio, Matteo Bonfitto, Ary França e Suia Legaspe apresentaram Fim de Partida, Iléa Ferraz atuou em O Cheiro da Feijoada, Carolina Haddad, Joana Dória, Manuela Afonso e Nicole Cordery mostraram Chernobyl, Paula Cohen e Natalia Mallo apresentaram Las Orientales e Eliane Costa atuou em Cuidado! Animais Na Pista.

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Desde o final de agosto, cinco meses após a suspensão majoritária do atendimento presencial nas unidades, o Sesc São Paulo anunciou uma parcial e gradativa retomada, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de Ginástica Multifuncional, Práticas Corporais e Corrida, além de pacientes das Clínicas Odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades estão sendo previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades. Em outubro, a instituição anunciou nova etapa da retomada gradual dos serviços, desta vez de Exposições – inicialmente nas unidades da capital, Grande São Paulo, Santos e Taubaté -, das Bibliotecas alocadas nas unidades e a exibição de filmes no CineSesc, tudo mediante agendamento prévio pelo sistema de bilheteria online em sescsp.org.br. Todas as 40 unidades do estado deram início a essa retomada gradual, à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais.

Paralelo à retomada gradual de alguns serviços presenciais, a instituição segue oferecendo um conjunto de iniciativas on-line, que garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.

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A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado.

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