No livro Ser bom não é ser bonzinho, Cláudio Thebas 😇 aborda como a comunicação não violenta e a arte do palhaço podem favorecer a conexão humana

Na obra, o palhaço, educador e escritor mostra como o papel do palhaço está diretamente ligado à escuta e à presença.

“Este livro nos ensina a meditar sobre pequenas diferenças e a elaborar a força decisiva do modo de criar estado, mundo e universos de palavras.”

– Christian Dunker, psicanalista

Aplicar a comunicação não violenta, termo difundido por Marshall Bertram Rosenberg, é sinônimo de se relacionar bem, de conseguir, genuinamente, fazer outros seres humanos se sentirem valorizados, vistos e queridos. Nós somos feitos de relações e, em um mundo onde cada vez mais o sucesso individual parece tomar a frente, é importante fazer uma reflexão mais calma e verdadeira para perceber que toda a nossa existência é interdependente, e que a felicidade só aparece quando sentimos que estamos contribuindo para a vida de outras pessoas.

Diferentemente do que as pessoas supõem, a arte do palhaço tem muito mais a ver com escuta e presença do que com piadas e truques ensaiados. Sobretudo quando falamos de palhaços que atuam em relação direta e verdadeira com a plateia, como palhaços de hospital, a escuta é essencial. Wellington Nogueira, fundador do Doutores da Alegria, diz que “o palhaço é a única pessoa para quem a criança hospitalizada pode falar não”. Isso é um fato e um aprendizado sobre escuta. Em Ser bom não é ser bonzinho, livro que chega às lojas pelo selo Paidós da editora Planeta, Cláudio Thebas traz sob a ótica de um palhaço, que atua há mais de 30 anos investigando a escuta e a conexão humana com crianças e adultos, distinções importantes de conceitos do campo da escuta, jogos com o objetivo de sentir a comunicação não violenta na prática, além de compartilhar histórias humanas e emocionantes.

“Se olhamos para um palhaço e o achamos ridículo, não é por ele realmente ser, mas sim por nos vermos nele, enxergando o nosso próprio ridículo e sentindo… alívio! Ali está um indivíduo que tenta, a todo custo, ser tão incrível como todos os outros personagens super-humanos do circo, mas não consegue. Uma analogia que podemos fazer refere-se a quando tentamos caber e pertencer a um bocado de padrões muito loucos que sei lá quem inventou”, escreve no prefácio Carolina Nalon, mediadora de conflitos, palhaça e aprendiz da comunicação não violenta. Ao longo dos capítulos, Thebas aborda temas como: ser pacífico não é ser passivo; a diferença entre franqueza e sinceridade; vulnerabilidade como potência de conexão; compreender não é concordar; os quatro tempos da comunicação não violenta; reagir não é revidar; o poder da escuta e como evitar os vícios violentos de linguagem.

SOBRE O AUTOR

Cláudio Thebas é palhaço, escritor e educador pós-graduado em Pedagogia da Cooperação (Projeto Cooperação). É fundador do Laboratório de Escuta e Convivência (LEC), consultoria especializada em promover engajamento, diálogo e integração de grupos e equipes. É idealizador de diversos projetos de transformação social, como o PlayMonday – Transformadores de Instantes, movimento que já foi realizado em sete países com o propósito de reconectar as pessoas à sua humanidade.

É também cofundador das Forças Amadas, palhaços que atuam no fortalecimento psíquico e emocional de pessoas em situação de fragilidade social, como os moradores da região serrana do Rio de Janeiro, atingidos por enchentes em 2011. Sua vasta experiência na condução, orientação e treinamento de grupos o levaram a ser um palestrante muito requisitado em todo o Brasil. Foi palestrante do TEDx Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e mestre de cerimônias dos TEDx Vila Madá e TEDx FMUSP.

Ser bom não é ser bonzinho
Capa do livro Ser bom não é ser bonzinho | Foto: Ilustrativa

FICHA TÉCNICA

Título: Ser bom não é ser bonzinho – Como a comunicação não violenta e a arte do palhaço podem te ajudar a identificar e expressar as suas necessidades de maneira clara e autêntica – e evitar julgamentos, como o deste título
Autor: Cláudio Thebas
208 páginas
Preço: R﹩ 45,90
Editora Planeta
Selo Paidós

SOBRE O SELO PAIDÓS

Criado na Argentina em 1945, quando dois professores universitários decidiram publicar Carl Gustav Jung pela primeira vez no país, o selo Paidós passou a integrar o Grupo Planeta em 2003, hoje conta com mais de 2 mil títulos lançados na Espanha e em países da América Latina e chegou ao Brasil no ano de 2020.

De origem grega, a palavra “paidós” significa “criança” e, assim como o espírito questionador dos pequenos, o selo tem como objetivo discutir e buscar perguntas certeiras para algumas das principais questões da humanidade com base em obras de psicologia e outras áreas de ciências humanas para o público geral. Nomes como Contardo Calligaris, Christian Dunker, Claudio Thebas, Fred Mattos, Gislene Isquierdo, Alexandre Coimbra Amaral e Anahy D’Amico fazem parte do catálogo do selo no Brasil.

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