Samba Urgente convida Paula Lima para a primeira edição de 2020 na área externa do Outro Calaf em 4 de janeiro com entrada franca e promete música até o sol raiar

Depois de uma apresentação impecável como convidada surpresa do Samba Urgente na Ocupação da Piscina com Ondas no Parque da Cidade. A artista retorna a capital para repetir a dobradinha, no próximo dia 04 de janeiro (sábado) para show na área externa do Outro Calaf (SBS) e com entrada franca.

A trupe do Samba Urgente começa os trabalhos a partir das 21h com muito samba raiz. A partir das 23h, a cantora Paula Lima adentra o espaço para uma participação mais que especial.

Uma das grandes cantoras da geração, Paula Lima, com sua voz singular, tem história na música brasileira. Paulistana, nascida na Vila Mariana, formada em Direito pela Universidade Mackenzie e piano erudito, a diva, como é chamada por muitos, é dona de cinco álbuns solos que rodaram o país e o mundo. “É isso aí” (2001) foi sucesso e graças a ele, ela foi indicada como cantora revelação pelo Prêmio Multishow.
Depois vieram “Paula Lima” (2003), “Sinceramente” (2006), indicado ao Prêmio TIM como melhor álbum de MPB, quando ela também recebeu o Prêmio de melhor cantora no Troféu Raça Negra. Na sequência “Outro Esquema” (2011), “O Samba é do Bem” (2014), indicado ao Grammy Latino e um DVD atemporal aclamado por crítica e público, o “Sambachic” (2008).

Desde sempre Paula Lima teve como marca registrada seu balanço suingue soul singular. Nos anos 90 integrou bandas como “Zomba” (ao lado de Curumim) e “Funk Como Le Gusta”, fazendo a releitura de “Meu Guarda-Chuva”, grande sucesso nacional. Tem parcerias de música e palco com Seu Jorge, Ed Motta, Banda Black Rio, Curumim e a banda japonesa Mondo Grosso, na faixa “Life” lançada mundialmente. Também já trabalhou com Elza Soares, Jorge Ben Jor, Marcelo D2, Diogo Nogueira, Elba Ramalho, Mart’nália, Milton Nascimento, Martinho da Vila, Hamilton de Holanda, entre outros.

Excursionou pelo Japão, com shows esgotados. E se apresentou em Paris, Amsterdã, África do Sul, Tunísia e Portugal, neste último na edição do Rock in Rio e na volta do evento ao Brasil, cantou para 35.000 ao lado de Afrika Bambaataa. Em 2011 Paula foi protagonista do clássico musical “CATS”, com direção da equipe original da Broadway. “Grizabella”, sua personagem, alcançava seu auge cantando o clássico “Memory”, numa atuação emocionante, que rendeu elogios do público e crítica especializada.

Também participou de outros dois grandes espetáculos, entre 2011 e 2012: “Samba e Suor Brasileiro”, da Studio3 Cia. de Dança, dirigido por José Possi Neto e o nacional “Mulheres do Brasil cantam Chico Buarque”, com elenco composto por Daniela Mercury, Elba Ramalho e Margareth Menezes.

Paralelamente, na televisão, integrou a banca de jurados do programa “Ídolos”, versão brasileira produzida pela Fremantle Media, do “American Idol”.

Entre 2012 e 2013 Paula Lima foi colunista de Carnaval em São Paulo no SPTV – Rede Globo, ao lado de César Tralli e de 2012 a 2015 foi comentarista do Desfile de Escolas de Samba de São Paulo sob o comando de Chico Pinheiro e Monalisa Perrone, também na mesma emissora.

No ano de 2013, recebeu o Prêmio APCA por melhor programa musical de rádio, o “Chocolate Quente” – Eldorado FM, dedicado ao melhor da música negra de todos os tempos, e que apresenta até hoje.

Em dezembro de 2015 Paula Lima lançou o single “Fiu Fiu”, composta e produzida por Pretinho da Serrinha, voltando às origens do balanço soul contemporâneo brasileiro. Também lançou um delicioso clipe (http://bit.ly/1mQaqSd) para a música.

Atualmente, Paula apresenta sua nova música “Mil Estrelas” (http://bit.ly/PLMilEstrelas), composição de Ivo Mozart e Zeider Pires, com produção de Alexandre Kassin. A envolvente canção ganhou um ar “pop soul” cheio de frescor, é sucesso nos shows e já chega com ares de hit não só no Brasil, mas a turnê já conta com apresentações no Japão e Estados Unidos.

Também apresenta a turnê “SOUL LEE – Paula Lima canta Rita Lee”onde em clima soul funk interpreta grandes sucessos de Rita Lee.
Junto a isso protagoniza “Brasilis – Circo Turma da Mônica”, uma superprodução musical dentro do universo de Maurício de Sousa que enaltece a diversidade cultural do Brasil.

Samba Urgente

Formado por Augusto Berto (percussão), Pedro Berto (cavaquinho), Vinicius Vianna (violão), Toscanino Batista (Zabumba), Arthur Nobre (Cavaquinho), Saulo Veríssimo (percussão), Victor Angeleas (bandolim), Márcio Marinho (cavaquinho) e Rafael Pops (DJ), o grupo decidiu tocar um projeto iniciado há mais de 10 anos em aulas do Clube do Choro.

Uma roda de samba 100% gratuita e no meio da rua, ocupando espaços públicos de Brasília e levando samba e chorinho para os brasilienses. Essa é a proposta do Samba Urgente, grupo capitaneado por jovens músicos da capital. A receita de fazer uma roda de samba gratuita e no meio da rua agrada os brasilienses. Criado em fevereiro de 2018, o grupo hoje arrasta mais de seis mil pessoas por edição para ouvir música brasileira até o amanhecer. O Samba Urgente surgiu com o objetivo de ocupar espaços públicos de Brasília com música e arte. Músicos de Brasília fazendo samba para os brasilienses.

“Nosso objetivo é levar samba e choro para o máximo de brasilienses que a gente conseguir. São estilos importantes para a nossa música brasileira, mas que muitas vezes ficam distantes do grande público. Queremos levar essa música para os brasilienses, ressignificando espaços públicos da cidade”, explica Pedro Berto, um dos fundadores do movimento.

Até agora, o grupo vem se apresentando no Setor Comercial Sul, uma área que não era ocupada pela população no período da noite, por ser vista como um local inseguro. E que agora vem ganhando cada vez mais vida com iniciativas iguais ao Samba Urgente, que levam formas de arte como a música, atraindo a população.

Com irreverência, os jovens transitam do choro ao axé, do pagode ao samba raiz. De Jorge Aragão a Raça Negra, de Araketu a Pixinguinha. Cabe de tudo no Samba Urgente para valorizar a música brasileira.

Inclusão – Uma das maiores preocupações do movimento de músicos é ser um espaço democrático e aberto para toda as pessoas. Na divulgação, o grupo sempre prega o respeito a todas as orientações sexuais, religiões, credos e raças.

“Queremos ser um espaço democrático. Mostrar que o samba é um movimento que aceita todas as pessoas, não importa quem sejam. Queremos unir pessoas de diferentes mundos com a música, para aproveitar uma noite com muito Samba e Choro”, esclarece Victor Angeleas, bandolinista e um dos fundadores do Samba Urgente.

Com esta proposta, o Samba Urgente atrai alguns dos melhores músicos da nova safra da música instrumental brasiliense para tocarem juntos, pelo amor à música.

História do Grupo

O nome Samba Urgente foi criado após as apresentações repentinas e sem hora marcada que os amigos faziam. Em Brasília, já tocaram no evento Chef nos Eixos, em bares da Asa Norte e até em paradas de ônibus da L2 Norte, onde convidavam os carros que passavam a participar da Roda de Samba.

O grupo abre ao público uma Roda de Samba que já estava famosa, mas quase restrita a sambistas e artistas da capital. Formado por músicos profissionais e amadores de Brasília, o Samba Urgente surgiu como a reunião sem compromisso para juntar os amigos no fim de semana, ou fazer uma roda de pagode em algum bar na Asa Norte. O que muda essa história é que entre os amigos estão músicos do calibre de Victor Angeleas e Vinicius Vianna, dois dos instrumentistas mais talentosos formados no Clube do Choro na geração pós Hamilton de Holanda. Ao lado deles, amigos de adolescência que cresceram juntos ao frequentar Sambas e Rodas de Choro pela cidade.

O Samba Urgente ficou marcado como o samba descontraído e sem hora para acabar, mas sem lançar mão da qualidade do som. “O principal objetivo é compartilhar com todos os brasilienses essa energia que nós adoramos sentir a cada Roda de Samba. Queremos contribuir com esse movimento novo, cada vez mais sólido, dos sambas independentes em Brasília. Esse pessoal começou a despertar um público que estava adormecido para o samba”, explicou Augusto Berto, um dos integrantes.

No repertório, o grupo promete canções de Chico Buarque, Cartola, João Nogueira, Jorge Aragão e Paulinho da Viola. Mas também não esquecem dos nomes da nova geração, como Diogo Nogueira, Revelação e Art Popular.

Serviço

Samba Urgente participação de Paula Lima
Dia 04 de janeiro (sábado), a partir das 21h
Entrada franca
Área externa do Outro Calaf (Setor Bancário Sul – Quadra 5 – Edf. João Saad – Térreo – Brasília DF)
Censura 18 anos

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