Pai e filho estão à frente de “Pico da Neblina”, nova série original da HBO Latin America, que estreou em 4 de agosto; entrevista completa está na revista de agosto, já nas bancas

Quico Meirelles é o diretor geral de “Pico da Neblina” – série original da HBO Latin America -, que estreia em 4 de agosto e se passa numa São Paulo utópica, onde a maconha é legalizada. Seu pai, Fernando Meirelles (diretor do aclamado “Cidade de Deus”) assina a direção de dois episódios e a produção, mas o projeto é do filho. Os dois foram entrevistados pela GQ Brasil de agosto, à venda nas bancas.

Na entrevista para a revista, Quico – que ia com o pai para os sets de gravação desde pequeno – propõe uma reflexão: “O que é mais perverso? O mundo legal ou ilegal? essa é a piada”. Aos 31 anos, fala que fumou só depois dos 20 anos, pois “era muito certinho” e entrou mais em contato com a droga nas pesquisas sobre a série, embora a regra da produção fosse de que nenhum baseado seria acendido num raio de 500 metros do set. Quico taxa a série como um “drama com leveza” e com pontos de “humor” enquanto Fernando classifica a série como uma “comédia”.

Maconha não é tabu para pai e filho. Pelo contrário: é assunto até dos almoços de família. Fernando diz que fumou quando jovem, mas depois parou porque “encheu a paciência”. Até Sônia, mãe de Fernando, experimentou. “Falamos pra ela: ‘E aí, vó? não tá conseguindo dormir? A gente traz…'”. Fernando completa: “Eu comprei na Califórnia um CBD de fumar, ela experimentou e disse que não funcionou. Ela tem dores, artrite e tal…”.

Para Quico, os pitacos do pai (só no trabalho) são bem-vindos, “ele tem experiência, conhece”. Mas Fernando se controla: “Você sabe que se eu abrir a comporta é muito chato. É o seu trabalho, não o meu”, diz ao filho. Para acompanhar todo o conteúdo, acesse gq.globo.com e, nas redes sociais, procure por: @gqbrasil ou pela hashtag #GQAgosto.

Outros temas

Klebber Toledo é a capa da revista das Edições Globo Condé Nast (EGCN), na qual fala sobre sua relação com a mulher, Camila Queiroz, a falsa imagem que as pessoas têm dele e a vontade de se dedicar a projetos sociais. No Mês dos Pais, a GQ apresenta as relações de Bruno Gissoni, Cássio Reis, Érico Bras, Facundo Guerra, Raul Mourão e Ricardo Pereira com seus filhos.Ao lançar o livro “O Que Será?” (Companhia das Letras, parceria com a co-autora Adriana Abujamra), o ex-deputado e militante LGBTQ+, Jean Wyllys afirma que tem medo dele mesmo.

Vivendo à paisana na Europa, ele fala sobre o receio de encontrar brasileiros por lá e, por este motivo, usa óculos e boné como disfarce. Em Living, conheça o recém-reformado apartamento do arquiteto Felipe Diniz; em Gosto, veja o ‘boom’ das padarias gourmet; e entenda o que é e quais são os sintomas da Síndrome de Burnout (em Viver Bem). A revista ainda destaca os trabalhos do executivo Hasani Damazio, que investe em startups criadas por afrodescendentes, e, ainda, os motivos que fizeram de Oslo (Noruega) ser eleita a Capital Verde da Europa neste 2019.

Sobre a GQ

Lançada em 1957 nos Estados Unidos e presente em 18 países, a GQ se consolidou como o guia essencial de estilo, cultura e lifestyle do homem brasileiro sofisticado, oferecendo o melhor do universo masculino na revista mensal, tablet, site e aplicativos para smartphone. Desde seu lançamento no Brasil, em 2011, a GQ é a publicação masculina com o maior número de anunciantes de relógios no país, ganhando inclusive especiais com o tema na revista.

O Prêmio GQ Men Of The Year, cerimônia de premiação das personalidades masculinas (e uma mulher) que mais se destacaram no ano, celebrou em 2018, sua oitava edição. GQ foi eleita por três vezes a melhor revista masculina do Brasil pelo Prêmio Veículos de Comunicação. A revista tem circulação de mais de 15 mil exemplares.

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