Oficina de Cinema debate sobre a multiplicidade do audiovisual e a cena cinematográfica. Durante os meses de novembro e dezembro os amantes da sétima arte podem participar de cursos gratuitos no IESB da Asa Sul

Com o intuito de aprimorar o conhecimento de profissionais do cinema e aficcionados, o Centro Universitário IESB, em parceria com o Festival de Curta Brasília, promove oficinas e debates importantes acerca da multiplicidade do fazer audiovisual e das temáticas que circundam a cena cinematográfica do Brasil e do mundo, do uso das linguagens mais tradicionais às mais tecnológicas.

Os amantes da sétima arte poderão vivenciar as atividades nos meses de novembro e dezembro, no IESB da Asa Sul. Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, das 19h30 às 22h30, o curso “Atelier de realidade virtual” traz o atelier teórico e prático, com a produção de conteúdos em VR voltados a estudantes e profissionais de nível intermediário que tenham familiaridade com a linguagem audiovisual.

Durante quatro dias, de 10 a 13 de dezembro, das 14h30 às 17h30, os participantes terão a oportunidade de aprender na oficina “Animando com Pixilation”, como produzir e explorar com o próprio celular a produção e as técnicas de animação em pixilation. As oficinas são abertas ao público e gratuitas. As inscrições podem ser feitas no site.

Segundo o coordenador do curso de Cinema e Mídias Digitais do IESB, professor Paulo Dura, o contato dos estudantes com produção e organização do festival incentiva e auxilia no conhecimento da área do audiovisual. “Os alunos aprendem na prática conceitos ensinados em sala. Assim adquirem conhecimento, por exemplo, na área de seleção de filmes para mostras e competições, os detalhes necessários na infraestrutura de um festival, além de estarem conectados ao cinema e entender o ambiente do mercado da arte”, argumenta.

Para a aluna de Cinema e Mídias Digitais do IESB e monitora das oficinas, Marisa Peixoto, a participação no projeto tem agregado para o desenvolvimento profissional. “Participar da produção e da organização do festival têm sido maravilhoso e tem mostrado também a força da mulher dentro do audiovisual, já que a equipe do evento é majoritariamente feminina.”, comenta.

Cinema brasiliense

As oficinas e debates que ocorrem na Instituição são importantes na evidência do cinema brasiliense acerca da multiplicidade do fazer audiovisual e das temáticas que circundam a cena cinematográfica do Brasil e do mundo, do uso das linguagens mais tradicionais às mais tecnológicas. De acordo com Marisa, o mercado de cinema brasiliense tem recebido mais incentivo, abrindo mais oportunidades na área.

“O Fundo de Apoio à Cultura (FAC) oferece editais para todos os ramos culturais como cinema, teatro e música, o que auxilia a produção local, que precisa competir com o polo cinematográfico presente no eixo Rio-SP”, afirma. O apoio às artes trouxe resultados positivos para o Centro Universitário, em agosto deste ano, os alunos de Cinema e Mídias Digitais do IESB, Daniel Sena e Thiago Foresti, ganharam um kikito de melhor edição pelo curta metragem “Invasão Espacial”, no 47º Festival de Cinema de Gramado.

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