O Veneno do Teatro chega à CAIXA Cultural Brasília com Osmar Prado e Maurício Machado, em uma trama de suspense, manipulação e reviravoltas dramáticas surpreendentes
A montagem brasileira, a primeira no mundo com música ao vivo, arrebatou mais de 60 mil pessoas ao teatro. A pré-estreia da peça aconteceu justamente em Brasília com sessões esgotadas e apresentação extra, e quase 3 anos depois volta à Brasília depois de ter impactado plateias de norte a sul do país e aclamada também pela crítica.
“O Veneno do Teatro”, protagonizado pelos experientes e premiados: Osmar Prado e Maurício Machado. Obra-prima do premiado autor espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos contemporâneos de maior renome na Europa, o texto é vencedor de mais de 30 prêmios internacionais por sua qualidade, cheio de suspense, é um trilher fascinante que mantém o espectador hipnotizado do início ao fim.
Os personagens estabelecem uma relação peculiar, desenvolvendo uma história eletrizante e repleta de reviravoltas, em que a intriga é mantida neste jogo perigoso e contundente, que desvenda também parte da curiosidade e fascínio que o público tem sobre o teatro e seu jogo. Tudo isso, ancorado pela arrebatadora performance da dupla de atores, duas gerações brilhantes de Artistas na excelência e brilho de suas artes: OSMAR PRADO, sem qualquer dúvida um dos maiores gigantes da história da cultura no Brasil, detentor de incontáveis prêmios por sua genialidade e entrega e MAURÍCIO MACHADO que com quase 40 anos ininterruptos dedicados ao ofício, é reconhecido e respeitado como um dos nomes mais versáteis dos palcos nacionais, e por enfileirar nominações e ganhar prêmios no Teatro brasileiro, tendo tráfego também pela TV e o Cinema.
O resultado desse encontro, é o que a crítica e público comumente pontuam: uma verdadeira “Master Class”, uma ode ao Teatro, a qual o público perpassa por todas as emoções possíveis em “O Veneno do Teatro”.
No espetáculo, um ambicioso e famoso ator chamado Gabriel De Beaumont (Maurício Machado) é convidado por um excêntrico e divertido Marquês (Osmar Prado) para interpretar uma peça teatral de sua autoria. No encontro, o Marquês, por meio de um jogo psicológico, passa a controlar o ator. E ele logo descobre que tudo não passa de uma armadilha para submetê-lo a um experimento cruel onde os limites de realidade e ficção se confundem. Depois de muitas surpresas, o Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seus objetivos.
Traduzido em vários idiomas, entre eles, inglês, francês, italiano, eslovaco, polonês, grego, português (de Portugal e do Brasil), croata, húngaro, búlgaro e japonês, a peça foi apresentada em países como: Espanha, Inglaterra, França, Venezuela, Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão. Vista por mais de 6 milhões de pessoas pelo mundo, colecionou prêmios por onde passou, confirmando seu sucesso, vitalidade e absoluta contemporaneidade. Sempre em cartaz em algum país desde então.
O texto original foi escrito na década de 70 após a ditadura de Franco e no início do processo democrático na Espanha. A história se passa na França, em 1784, na pré-revolução francesa. A montagem brasileira assume uma postura atemporal, inspirada na década de 20 em Paris, e é a primeira de todas as montagens já encenadas pelo mundo a apresentar música ao vivo, executada pelo violoncelista Matheus Vieira. A direção musical é de Guga Stroeter.
“Es una obra interesante, un juego dialéctico sobre ser y representar. Es una fábula moral, un thriller en torno a lo que es el arte”, diz o autor espanhol Rodolf Sirera.
“Em um momento com tantas adversidades, em que o homem apresenta sérios sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Rodolf Sirera nos traz uma importante reflexão sobre civilidade, poder e até onde pode ir a crueldade do ser humano”, ressalta o diretor Eduardo Figueiredo.
Com mais de 160 apresentações em todo o Brasil, “O Veneno do Teatro” já foi encenado em capitais como: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Vitória, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, e em dezenas de cidades do interior do país. Cumpriu 4 temporadas respectivamente no Rio de Janeiro e São Paulo. Sempre com sucesso de público e crítica. Considerado pela Folha de São Paulo entre os 10 melhores espetáculos da temporada de 2024, em setembro daquele ano recebeu 14 indicações ao 23°Prêmio Cenym de Teatro Nacional. Entre eles, as categorias de melhor espetáculo do ano, de melhor ator (Osmar Prado) e de melhor ator coadjuvante (Maurício Machado).
“O Veneno do Teatro cria envolvente suspense com Osmar Prado e Maurício Machado em jogo afiado. Os dois atores criam um jogo sofisticado e surpreendente.”
“O texto de Sirera oferece dois grandes personagens, de perfis e estruturas diferentes, que são defendidos com garra pelos intérpretes.
O Veneno do Teatro, na concepção de Figueiredo, é uma peça de ideias, um daqueles espetáculos que deseja provocar o público com um texto que revela camadas inesperadas. A opção de levar ao palco a obra de Sirera prova a conexão de Figueiredo com o seu tempo na escolha dos projetos.”
Dirceu Alves Jr._jornalista, escritor e crítico de Teatro/SP
“O carisma de Osmar Prado é inigualável. Seu personagem é dúbio e possui uma fina camada de idiossincrasia. Sua paixão pelo teatro o leva ao limite da razão. A atuação de Maurício Machado vai crescendo numa espantosa velocidade e robustez. Entendemos, nesse momento, a escolha do parceiro. Dois gigantes, cada um de seu tempo.”
Eliana de Castro_crítica de Teatro/SP
“Luminosa performance de dois atores entregues convictamente a um irrestrito jogo dúplice.
Eduardo Figueiredo mostra autoridade cênica para nos sintonizar na trajetória histórica do espetáculo.”
Wagner Corrêa de Araújo_crítico de Teatro/RJ “
“Elegante montagem encenada por Eduardo Figueiredo. Seus personagens se engalfinham em cena como sir Laurence Olivier e Michael Caine. Cenário suntuoso de Kleber Montanheiro, iluminado de modo dionisíaco no desenho de luz de Paulo Denizot. O resultado é um louvor ao teatro, no espaço sagrado do palco.”
Rodrigo Fonseca_crítico de Teatro/RJ
“Os dois atores estão impecáveis. Há um entrosamento perfeito. Parece que atuam juntos há anos. Dominam o texto e o palco plenamente. Passam o texto com emoção, se doam de forma intensa no palco. Dois excelentes atores interpretando personagens com perfis e humanidades distintas.”
Alex Varela_historiador, autor e crítico de Teatro/RJ
“Osmar e Maurício, conseguem um resultado cênico genuíno, dão contemporaneidade ao texto, com interpretações que se confrontam e, ao mesmo tempo, se complementam, graças a capacidade de se comunicarem com o público, sacudindo a plateia para não somente testemunharem, mas participarem com o seu próprio voyeurismo venenoso. As atuações de Osmar e Maurício contribuem decisivamente para isso. Seremos atores da nossa própria vida ou continuaremos marionetes nas mãos de manipuladores e assassinos?”
Francis Ivanovich_jornalista, dramaturgo e cineasta, criador e diretor do Prêmio Nacional de Dramaturgia Flávio Migliaccio e editor geral do Notícias do Teatro/RJ
“O que mais impressiona, na altíssima qualidade do texto, é a capacidade de deixar a plateia em suspense, finalmente boquiaberta com a capacidade única de o teatro nos fazer acreditar.”
Cláudia Chaves_jornalista e crítica de Teatro/RJ “
“Um marco na temporada de SP em 2024.”
(José Marcondes_jornalista da Folha de São Paulo)
SERVIÇO
O Veneno do Teatro
Local: CAIXA Cultural Brasília – Lotes 3/4, SBS Q. 4 BL A Lotes 3/4 Loja 1 – Asa Sul, Brasília – DF, 70092-900
Temporada: 27 de outubro a 08 de novembro de 2026
(não haverá sessões nos dias de 3 a 5/11)
Horário: Segunda a sábado às 20h e domingo às 19h
Ingressos: A partir de 24 de outubro, às 09h na bilheteria do teatro da CAIXA Cultural e às 13h pelo site bilheteriacultural.com.br
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada, clientes CAIXA e casos previstos em lei).
Tempo de duração: 70 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Sessões com acessibilidade em libras: 30/10 e 06/11
Informações: (61) 3206 6456
Acesso para pessoas com deficiência
Oficina: Dramaturgia da Imagem
Eduardo Tadeu Figueiredo (diretor de teatro)
A oficina aborda o conceito da importância da concepção estética em uma encenação, a partir de experiências próprias em encenações como: Frida Y Diego e Um Beijo em Franz Kafka. Toda imagem tem uma “significação” – uma narrativa especifica – e nós temos dois pontos com narrativas distintas, com base na dramaturgia desses dois espetáculos. As referências vêm de pesquisas de grandes fotógrafos como: Tim Walker, Sebastião Salgado, David La Chapelle e Jan Saudek. Mas também na linguagem do polonês Tadeusz Kantor e da coreografa alemã Pina Bausch.
Oficina com Eduardo Figueiredo “Dramaturgia da Imagem”
Local: CAIXA Cultural Brasília – Sala Gente Arteira
Data e horário: 31 de outubro, sábado, das 11h às 13h
Local: Teatro
Duração: 120 minutos
Quantidade de participantes: 15 participantes em inscrição com a possibilidade de lista de espera
Público-alvo: Estudantes de teatro (atuação/direção), interessados em teatro e dramaturgia
Classificação indicativa para a atividade: 18 anos
Inscrições gratuitas na página do evento – site da CAIXA Cultural e no link na bio do @manhasemaniasprojetosculturais.
SERVIÇO:
O Veneno do Teatro
Texto: Rodolf Sirera
Tradução: Hugo Coelho
Direção: Eduardo Figueiredo
Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado
Músico: Matheus Vieira
Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter
Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro
Desenho de Luz: Paulo Denizot
Classificação Indicativa: 14 anos
Duração: 70 minutos















