Concebido por Zé Reis o espetáculo de dança “O corpo poderia se chamar aqui”  conta com corpos nus para falar de temas como afirmação e amor

Nos dias 18 e 19 de maio o Teatro SESC Garagem receberá o espetáculo “O corpo poderia se chamar aqui”, que usa a poética de corpos nus para tratar de temas tão comuns e, muitas vezes, não comentados do ser humano.

Falar de autoafirmação e amor em tempos de apatia e violência é a maior das transgressões e o espetáculo “O corpo poderia se chamar aqui” propõe reflexão sobre questões da sociedade contemporânea. A interrupção de uma dança, um massacre que transforma indivíduos em bonsais ou uma proposta de amor antiviolento orquestrado por um repente cearense são elementos presentes na obra, que conta com profissionais do DF no elenco.

De acordo com a produção do espetáculo, o que busca-se é “entender o movimento humano como possibilidade criativa independente, onde cada participante encontra as próprias potências e amplia seus limites através do corpo. É como o corpo do bebê que brinca no chão, o corpo primitivo, o corpo elástico, intuitivo, aberto e criativo”.

Partindo de ações e técnicas que transitam entre teatro e dança contemporânea, o espetáculo chega ao público como como possibilidade de novas descobertas.

Ficha técnica

Conceito, dramaturgia e direção: Zé Reis
Dança e co-criação: Consuelo Ferreira, Joaquim Guilherme, Lucas Gomes, Luh Gomes, Luiza Martins, Raphael Balduzzi, Rafael Alves, Yasmin Boreli.
Paisagem de som: Arnold Gules
Luz: Ana Quintas

Serviço

Dias 18 e 19 de maio às 20h
Local: Teatro SESC Garagem (713/913 Sul)
Ingressos: R$10,00 (meia)
Classificação indicativa: 18 anos

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