A cantora brasiliense Moara,🎙️ é a primeira colocada em Festival Francês de Música

A diretora do Afrolatinas e produtora executiva do Festival Latinidades venceu a votação online disputada no último final de semana, com mais 19 artistas selecionadas no mundo todo.

A cantora e compositora brasiliense Moara ganhou em 1º lugar a última edição do Rootstock – Festival Francês de Música – em Château de Pommard, na França, que aconteceu nos dias 10 e 11 de julho. Moara concorreu com mais 19 artistas de diversas nacionalidades. A votação aberta ao público, que consagrou os cinco ganhadores, aconteceu online nos dias 10 e 11 de julho no site da Rootstock Music .

“Esse prêmio é de extrema importância para a minha carreira. Ficar entre os 5 escolhidos, já seria muito bom, não imaginei que em uma votação aberta, eu ficaria em primeiro lugar”, comemora Moara.

Além de compor e cantar, Moara também é a diretora do Instituto Afrolatinas e produtora executiva do maior festival de mulheres negras da América Latina, o Festival Latinidades. Com 28 anos, é uma artista autodidata e que vem ganhando projeção na cena musical brasileira desde sua estreia, em 2018.

O festival exibe 48 horas de música sem parar e teve como objetivo impulsionar 5 carreiras que são apostas de cada ano. Feito com um prêmio em dinheiro no valor de 5 mil euros e uma mentoria com especialistas do mercado.

Dona de voz potente e presença marcante, Moara se destaca como uma das principais representantes da música da capital do país na atualidade. Recentemente, recebeu dois prêmios na Lei Aldir Blanc, sendo o primeiro na categoria “Trajetória artística” e o segundo, com a “Reverbera”, plataforma de mulheres nas artes criada por ela e que teve sua primeira edição em 2019, envolvendo as principais representantes dos grandes festivais brasileiros de música.

Em 2018, lançou ‘Peito Aberto’, indicado no mesmo ano pelo jornal Folha de S. Paulo na categoria ‘discos de MPB’, ao lado de nomes como Elza Soares e Gal Costa. Ainda em 2018, lançou 12 músicas em uma série intitulada “Cartas Acapella” e, no ano seguinte, trouxe ao mundo o EP “Do começo ao fim?”, indicado pelo portal Multi Modo como um dos 20 melhores EPs de 2019.

Depois de três anos, desde o primeiro trabalho lançado, Moara já se apresentou em festivais como Sonora Soma, COMA, SIM São Paulo, Móveis Convida, PicNik, Fico em Casa BR, LIFA Brasil, além de passar por palcos como Red Bull Station, Caixa Cultural São Paulo, CCBBs de Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

“Durante a pandemia, produzi com o DJ Venezuelano Fourtwenty Sound a faixa “Nada Ok” , trabalho totalmente remoto. Foi um desafio grande, mas conseguimos nos entender bem e o resultado ficou ótimo. Já recebi feedbacks de público fora do Brasil e isso me anima muito de pensar uma carreira internacional”, comenta a cantora Moara.

Ser uma das vinte artistas do mundo a compor a programação do Rootstock Festival com certeza é um passo importante nessa caminhada. Vencer o prêmio, além de trazer notoriedade internacional e ampliar as possibilidades de circulação, significaria mais investimento financeiro para a trajetória da artista.

Para acompanhar o trabalho de Moara nas redes sociais acesse:

https://instagram.com/moaramusica
https://www.youtube.com/moara

Latinidades 2021: Ascensão Negra

O Festival deste ano traz como tema a ascensão negra. O evento, que acontece de 22 a 25 de julho, novamente de forma online, vai abordar uma sequência de acontecimentos que reforçam a contribuição da população negra para a humanidade. A programação completa será divulgada em breve. Os principais conteúdos das atividades do Latinidades estarão ligados aos seguintes tópicos: espiritualidade, bem viver, autoconhecimento, saúde, afeto, economia/finanças, estética/beleza, disputa política sobre futuros e epistemologias/cosmovisões afro-centradas.

Festival Latinidades

A missão do festival é impulsionar a produção cultural e intelectual de mulheres negras, formação de público, capacitação e empoderamento. A primeira edição do Latinidades aconteceu no Distrito Federal, em 2008. Hoje, prestes a realizar a 14ª edição, o maior festival de mulheres negras da América Latina se tornou uma plataforma de formação e impulsionamento de trajetórias, saberes e fazeres de mulheres negras nas mais diferentes áreas do conhecimento.

Afrolatinas

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