A cancionista e psicanalista paulista, que recentemente lançou seu primeiro álbum solo A Saudade é uma Vagão Vazio, faz agora uma homenagem ao seu pai no Dia dos Pais

A cancionista Marília Calderón lança no domingo, 09 de agosto de 2020, Dia dos Pais, o single “Pulso”, faixa em homenagem ao seu pai. “Pulso” é uma canção sobre o vínculo profundo entre pais e filhos e o incrível desse encontro em meio a imensidão dos tempos e espaços.

Fazendo uma analogia entre o pulsar de um coração de um pai infartado e o movimento de contração e expansão do universo, evoca a fragilidade da vida, já que nosso coração se machuca e se gasta,  ao mesmo tempo que a força de nossas memórias e laços afetivos. Tendo como base um baião, mas em arranjo experimental, com guitarra e synth que nos remetem a barulhos espaciais, foi inspirada na fala de uma médica que disse “o coração do seu pai está muito machucado”.Ouça: https://tratore.ffm.to/mcpulso

No final de julho, a artista apresentou seu primeiro álbum solo e autoral A Saudade é um Vagão Vazio em todas as plataformas digitais. A Saudade é um álbum de música brasileira, sobre saudades, lutos e lutas. Com canções compostas de 2013 até 2020, expressa o período de crise política que o Brasil tem enfrentado nestes últimos anos, contado a partir dos afetos mobilizados pelos conflitos, separações, lutos, lutas e experiências vividos pessoalmente pela artista. Ouça aqui: https://instabio.cc/mariliacalderon.

Primeiro álbum solo e autoral da artista de rua, cantora, compositora e instrumentista Marília Calderón, também cientista social e atriz de formação, apresenta canções construídas a partir de personagens relacionadas à história social brasileira, da colonização à atual conjuntura. Passeia por ritmos populares e conta com participações de artistas parceiros na trajetória da artista, como Maria Fernanda, Paula Duarte e Gabriel Cabeça, e outros que foram e são mestres, como o sanfoneiro Toninho Ferragutti, o cavaquinista Ricardo Rabelo, parceiro e integrante da banda de Criolo, o guitarrista Lello Bezerra, integrante da banda de Siba, o pianista Chicão, integrante da Quartabê e da banda de Gal Costa, e Walter Garcia, pesquisador de João Gilberto e Racionais. Assista ao clipe de “Saudade que não quer cessar” com participação de Dito Silva e Ricardo Rabelo (compositores do Pagode da 27), dirigido pelo cineasta Raul Machado:

Primeiro álbum solo e autoral da artista de rua, cantora, compositora e instrumentista Marília Calderón, também cientista social e atriz de formação, apresenta canções construídas a partir de personagens relacionadas à história social brasileira, da colonização à atual conjuntura. Passeia por ritmos populares e conta com participações de artistas parceiros na trajetória da artista, como Maria Fernanda, Paula Duarte e Gabriel Cabeça, e outros que foram e são mestres, como o sanfoneiro Toninho Ferragutti, o cavaquinista Ricardo Rabelo, parceiro e integrante da banda de Criolo, o guitarrista Lello Bezerra, integrante da banda de Siba, o pianista Chicão, integrante da Quartabê e da banda de Gal Costa, e Walter Garcia, pesquisador de João Gilberto e Racionais. Assista ao clipe de “Saudade que não quer cessar” com participação de Dito Silva e Ricardo Rabelo (compositores do Pagode da 27), dirigido pelo cineasta Raul Machado:

https://www.youtube.com/watch?v=nw9PFuw2evc

Para apresentar este repertório ao vivo, presencial ou virtualmente, Marília estabelece com o público uma comunicação intimista, intercalando suas canções com histórias sobre elas. Para isso, faz uso de sanfona, violão e voz. A Saudade é um Vagão Vazio é um mergulho de reflexão no universo dos afetos coletivos e subjetivos.

Marília Calderón é cantora e compositora. Em 2020 lança seu primeiro álbum solo autoral, A saudade é um vagão vazio, financiado coletivamente pela plataforma Benfeitoria, e é selecionada para apresentar seu trabalho pelo edital Sesc Cultura ConVIDA, no segmento “Líricas Femininas”. Lançou, com o compositor e pesquisador Walter Garcia, o álbum Na cachola (2017) e, com a banda Teko Porã, a qual integrou por diversos anos, fazendo parte também do coletivo de bandas de rua Caravana, o EP Teko Porã (2016). Pós-graduanda em Canção Popular pela FASM, é Bacharel em Ciências Sociais pela USP, atriz formada pelo INDAC, cursou Formação para Músicos Educadores no ESPAÇO MUSICAL e estuda arte, psicanálise e política em coletivos autônomos.

Criou e apresentou ao vivo a trilha sonora original de diversos espetáculos teatrais e trabalhou, nos últimos 10 anos, como atriz, musicista e/ou compositora, com as companhias Cia Articularte, Cia do Latão, Cia Rubra, Cia Os Mamulengos, Cia Cambaio, Trupe Pé de Histórias, Cia do Núcleo e Cia Pirata, entre outras. Iniciou sua carreira/causa musical em 2011, participando do Projeto Outras Noites, em homenagem à Era dos Festivais, no qual representou Nara Leão e apresentou pela primeira vez canções de sua autoria. De lá para cá, tem estudado teatro e música não só em cursos regulares, como também em diversas oficinas livres com mestres como Cristiane Paoli Quito, Cida Almeida, Lu Lopes, Gabriel Levy, Joana Mariz, Miriam Maria, Chico Saraiva, Beth Amin, Toninho Ferragutti, entre outros.

Com seu trabalho autoral, tem participado de editais, festivais e ocupações, como o projeto Biblioteca Viva, pela prefeitura de São Paulo, o Festival de Música Urbana, o TEDx São Paulo Educação, o Festival Artistas de Rua, a Ocupação Magdalena na Vila Itororó, entre outros, apresentando-se em diversos espaços públicos da cidade. Já se apresentou também em diversos SESCs, CEUs, Centros Culturais e Escolas.

Site: http://mariliacalderon.com.br/

Anterior HBO comemora o Dia dos Pais com filmes e séries
Próximo Cadão Volpato participa da live com Oscar Garcia, dia 11