Havan deve abrir mais lojas no DF


Negócios

Havan deve abrir mais lojas no DF

A loja de departamentos Havan vai abrir mais cinco lojas no Distrito Federal, com a previsão de criar mil empregos diretos. Ao todo, a previsão de investimentos é da ordem de R$ 150 milhões. A notícia foi dada ao governador Ibaneis Rocha, durante audiência com o presidente da empresa, Luciano Hang, no Palácio do Buriti, no final de janeiro.

Na oportunidade, o governador disse que o GDF dará todo apoio para facilitar o empreendimento, prometendo destravar quaisquer problemas burocráticos que possam aparecer. “Protocolados os projetos em 15 dias vocês terão o alvará de construção e todas as licenças necessárias para o funcionamento dos empreendimentos”, disse o governador.

Em princípio, estão previstas as construções de duas lojas em Ceilândia, uma em Taguatinga, Sobradinho e no Gama. Os terrenos ainda estão sendo escolhidos. Hang afirmou que a empresa quer investir R$ 1,5 bilhão em novas lojas em todo o Brasil, elogiando a postura do Governo do Distrito Federal de apoiar os empresários na geração de emprego e renda.

“A loja que inauguramos recentemente em Brasília é um sucesso. Durante as primeiras semanas tivemos dificuldade em manter os estoques, o que mostra que estamos certos ao investir no Distrito Federal e no Brasil”, afirmou Luciano Hang. O governador Ibaneis Rocha voltou a afirmar que o Distrito Federal está de braços abertos para quem quiser investir e que apoiará os empreendimentos para que sejam criados empregos.

“O DF vai voltar a crescer. Estamos destravando a economia, incentivando os empreendedores, tirando o DF do imobilismo A Havan é uma das empresas que já percebeu esse novo momento; outras virão em breve”, afirmou o governador. Participaram da audiência o vice-governador Paco Brito, o secretário de Fazenda, André Clemente, e o empresário José Humberto Pires.

Havan

Iniciativa Social

Comunicação a serviço da vida

Em 2015, o Distrito Federal ganhou um novo meio para divulgar a cultura da cidade. Mas, acima de tudo, ganharam dezenas de pessoas em situação de rua e que estão retornando ao convívio com a sociedade. São eles que fazem a comercialização da revista Traços, lançada pelo jornalista e músico André Noblat. De cada exemplar, vendido a R$ 10, o vendedor ganha R$ 7. O projeto, além de gerar renda e cidadania, contribui com a redução das desigualdades, o 10º dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Desde 2015, o Sebrae é parceiro da ONU no fomento aos negócios de impacto social e ambiental.

O negócio de Noblat começou depois que ele conheceu experiências semelhantes já desenvolvidas na Inglaterra e na Argentina. “Conheci esse projeto em 2004, quando estava saindo da universidade, pois meu interesse era fazer jornalismo e militância da causa”, afirma Noblat. Ele não conseguiu colocar sua ideia em prática de imediato, pois precisava de patrocínio, já que, somente com a venda da revista, seria impossível cobrir os gastos. Além disso, a intenção era acompanhar o morador em situação de rua.

“Não bastava ter o produto, eu queria oferecer uma ferramenta para que essas pessoas pudessem deixar as ruas”, explica o jornalista. Foram 10 longos anos para obter um patrocínio, até que, no final de 2015, o primeiro número da revista Traços foi para as ruas do Distrito Federal. Noblat explica que o projeto garante renda para esse público e promove o que ele define como o mais importante: “Estamos resgatando a autoestima das pessoas, porque eles ainda são invisíveis para a sociedade”.

Para cada revista Traços vendida a R$ 10, a pessoa em situação de rua recebe R$ 7. Com o restante do dinheiro, o próprio vendedor compra novamente a publicação. Hoje, a equipe de Noblat é formada por 16 pessoas, entre jornalistas e estagiários, da área administrativa e de coordenação social dos vendedores, definidos por ele como porta-vozes da cultura do Distrito Federal. Hoje, 40 pessoas trabalham rotativamente na comercializando da publicação em bares e pontos fixos da cidade.

A intenção é fazer com que o número de porta-vozes fixos chegue a mais de 60. “Hoje temos parcerias com estabelecimentos comerciais, locais em que muitas das pessoas em situação de rua sequer poderiam entrar anteriormente”, ressalta. “Mas essas pessoas, que nunca tiveram política pública a seu favor, hoje passaram a ser respeitadas e muitos saíram da forma que se encontravam há muitos anos”, acrescenta o empresário. Noblat calcula que o projeto da revista tenha ajudado pelo menos 100 ex-moradores de rua. “Muitos já deixaram as ruas e hoje vivem em outra condição”, comemora.

eSocial

Empresas do Simples devem se cadastrar até 9 de abril

As empresas optantes pelo Simples Nacional devem realizar o cadastramento no eSocial até 9 de abril de 2019. Esse terceiro grupo (veja relação dos grupos no fim do texto) também é formado por empregadores pessoas físicas (exceto domésticos), produtores rurais pessoas físicas e entidades sem fins lucrativos. As demais entidades empresariais, com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78 milhões, fazem parte do segundo grupo, que também está em processo de implantação do eSocial.

Para o processo de migração para o sistema do eSocial foram definidos quatro grupos de empresas. Cada grupo tem quatro fases para a transmissão eletrônica de dados. A primeira fase é destinada à comunicação dos eventos de tabela e dos cadastros do empregador. A segunda etapa engloba os eventos não periódicos, ou seja, o envio de dados dos trabalhadores e seus vínculos com a empresa. A terceira fase compreende os eventos periódicos: informações sobre a folha de pagamento. Na última fase são exigidas informações relativas à segurança e à saúde dos trabalhadores.

O grupo das empresas optantes pelo Simples Nacional será o terceiro grupo a migrar totalmente para o sistema do eSocial. A conclusão da inserção do primeiro grupo envolveu 13.115 maiores empresas do país, que já estão transmitindo os eventos para o eSocial, com exceção das informações referentes à Saúde e Segurança do Trabalho (SST), que deverão ser enviadas a partir de julho de 2019. Já o segundo grupo se encontra na terceira fase do cronograma, com envio de suas folhas de pagamento ao eSocial desde a competência janeiro de 2019.

Para classificação no segundo ou no terceiro grupo, o eSocial verificará a situação de opção pelo Simples Nacional em 1º de julho de 2018. Empresas constituídas após essa data com opção pelo Simples Nacional também entrarão no terceiro grupo. Já os órgãos públicos e as organizações internacionais começarão a transmitir seus primeiros eventos em janeiro de 2020. O atual calendário foi estipulado pelo Comitê Diretivo do eSocial na Resolução CDES nº 05 , que alterou a Resolução CDES nº 02.

Confira o detalhamento do cronograma

GRUPO 1 – Empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões:
Fase 1: 08/01/2018 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas
Fase 2: Março/2018 – Nessa fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos
Fase 3: Maio/2018 – Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
Fase 4: Agosto/2018 – Substituição da GFIP (guia de recolhimento do FGTS de informações à Previdência Social) para recolhimento de Contribuições Previdenciárias
Agosto/2019 – Substituição da GFIP para recolhimento do FGTS (ver Circular CAIXA nº 843/2019)
Fase 5: Julho/2019 – Na última fase, deverão ser enviados os dados de Segurança e Saúde no Trabalho (SST)

GRUPO 2 – Entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78 milhões e que não sejam optantes pelo Simples Nacional:
Fase 1: 16/07/2018 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas
Fase 2: 10/10/2018 – Nessa fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos
Fase 3: 10/01/2019 – Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento (de todo o mês de janeiro/2019)
Fase 4: Abril/2019 – Substituição da GFIP para recolhimento de Contribuições Previdenciárias
Agosto/2019 – Substituição da GFIP para recolhimento do FGTS (ver Circular CAIXA nº 843/2019)
Fase 5: Janeiro/2020 – Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde no trabalho (SST)

GRUPO 3 – Empregadores optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoas físicas (exceto domésticos), produtores rurais pessoas físicas e entidades sem fins lucrativos:
Fase 1: 10/01/2019 – Apenas informações relativas aos órgãos e às pessoas físicas, ou seja, cadastros dos empregadores e tabelas
Fase 2: 10/04/2019 – Nessa fase, os entes passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos servidores e seus vínculos com os órgãos (eventos não periódicos), e as pessoas físicas quanto aos seus empregados. Ex: admissões, afastamentos e desligamentos
Fase 3: 10/07/2019 – Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
Fase 4: Outubro/2019 – Substituição da GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social)
Fase 5: Julho/2020 – Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde no trabalho (SST)

GRUPO 4 – Entes públicos e organizações internacionais:
Fase 1: Janeiro/2020 – Apenas informações relativas aos órgãos e às pessoas físicas, ou seja, cadastros dos empregadores e tabelas
Fase 2: (Resolução específica, a ser publicada) – Nesta fase, os entes passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos servidores e seus vínculos com os órgãos (eventos não periódicos), e as pessoas físicas quanto aos seus empregados. Ex: admissões, afastamentos e desligamentos
Fase 3: (Resolução específica, a ser publicada) – Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
Fase 4: (Instrução Normativa RFB e Circular CAIXA específicas, a serem publicadas) – Substituição da GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social)
Fase 5: Janeiro/2021 – Na última fase, deverão ser enviados os dados de Segurança e Saúde no Trabalho (SST)

Tecnologia

Spoleto vive momento otimista no delivery

Pedir comida pelo aplicativo do celular caiu no gosto dos brasilienses. Essa tendência é impulsionada pela tecnologia, que oferece comodidade para os clientes que optam por comer em casa. No Distrito Federal, o Spoleto implementou o serviço de delivery ainda em 2016, nos restaurantes do Flórida Mall e do Águas Claras Shopping.

Em pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a preferência dos consumidores por locais que ofereçam entrega em domicilio é cada vez maior e mais forte.

“Fechamos uma parceria com o aplicativo Ifood para disponibilizarmos nossos produtos através da plataforma. Procuramos sempre acompanhar as principais tendências do mercado e nosso desafio, aqui, era manter a qualidade e conquistar outros públicos”, lembra Liliane Cury, consultora de negócios do Spoleto na Região Centro-Oeste.
O faturamento no número de pedidos via aplicativo é, hoje, um dos responsáveis pelo aumento das vendas nos restaurantes do Spoleto no DF: são 12 unidades que oferecem o serviço e destas, oito começaram em 2018.

De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o setor apresentou faturamento acima dos R$ 10 bilhões e foi um dos que mais cresceram em 2017. No Spoleto, o aumento foi de 8% em novembro do ano passado se comparado a igual mês de 2017.

“É sempre bom estudar a logística de entrega e de produção antes de implementar o delivery. O consumidor está cada vez mais exigente e, por esse motivo, estamos avançando aos poucos”, conta a consultora de negócios.

Pequenos gestos, grandes efeitos – Quem é mais ligado nas questões de sustentabilidade, sabe como pequenas mudanças de hábito fazem toda diferença no dia a dia. No Spoleto, por exemplo, os pedidos são entregues em embalagens reutilizáveis – fugindo completamente às comuns embalagens de isopor.

“Somos preocupados com o meio ambiente e procuramos crescer de modo sustentável. Nesse sentido, temos novidades vindo pela frente”, conta Liliane.
Confira as unidades que oferecem o serviço de delivery:

– Spoleto Águas Claras Shopping
– Spoleto Sudoeste
– Spoleto Florida Mall
– Spoleto Posto 314 Norte
– Spoleto Cruzeiro
– Spoleto Posto UNB
– Spoleto DF Plaza
– Spoleto Shopping Quê, Gama
– Spoleto Gilberto Salomão
– Spoleto Pier 21
– Spoleto 201 Norte
– Spoleto Águas Claras

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