Estão preparados para arrastar? Gloria Groove convoca o público brasiliense para dançar ao som de “Arrasta”, seu novo single ao lado do gingante Léo Santana. O vídeo, lançado no dia 4 de junho, já é sucesso pelo país e se aproxima dos 10 milhões de views. Para comemorar todo este sucesso, Gloria Groove se apresenta em Brasília e comanda a festa na badalada casa Victória Haus, neste sábado, dia 20.

O som envolvente e a potência vocal diferenciada, Gloria Groove mostra que veio para ficar e chegou para acontecer no mercado fonográfico. Sua revelação, a nível nacional, aconteceu com o último lançamento, “Bumbum de Ouro”, que virou, rapidamente, um hit ao apontar no topo da lista Viral Brasil do Spotify e soma mais de 30 milhões de views no clipe.

Com a carreira gerenciada pela SB Music, Gloria Groove segue pelo país com agenda lotada de compromissos, com reconhecimento do público e mídia.

– Gloria Groove e sua vida artística

Aos 23 anos, Daniel Garcia, nome de batismo, conta com uma vasta experiência de mercado. São mais de 15 anos no mundo do entretenimento, com participações em comerciais, programas de televisão (Amor & Sexo e Raul Gil), novelas (Bicho do Mato), cantor (Balão Mágico), dublagens (Doki – Discovery Kids), teatro (O Corcunda de Notre Dame/ 2013, M mais de Perto/2014 e 2015, O Despertar da Primavera / 2015) e muitos personagens que sempre mantiveram o multiartista em constante movimento e aprendizado até se tornar a Gloria Groove, em ascensão, de hoje.

– Gloria Groove – a escolha do nome

Escolher o nome de um filho é uma grande dificuldade, mas uma coisa era certa na criação de Gloria Groove: As letras GG. “São as iniciais da minha mãe, que são 3 Gs, Gina Generoso Garcia. Quando a Gloria Gaynor (que eternizou o hit I Will Survive) esteve no Brasil, minha mãe que é back vocal, foi trabalhar com ela e brincava que as duas eram GG, justamente pelas iniciais dos nomes das duas artistas. De tanto brincar, isso ficou na minha cabeça. Eu relacionava GG com ser mulher, cantora e maravilhosa. GG é tudo grande. Eu já sabia que seria GG. Queria que fosse uma palavra e um nome universal, que fosse escrito igual aqui, na Venezuela ou nos Estados Unidos. Gloria me remetia à época em que eu tinha ligação com a igreja. Gloria no céu, na terra, no rio… Comecei a trabalhar como back vocal em uma banda chamada Super Soul e o pessoal falava sempre que precisava ‘colocar mais groove’. Percebi que era algo que não precisava explicar. São duas palavras fortes. Então, ficou Gloria Groove”, conta.

A artista ainda destaca que muitas pessoas pensam que a drag queen é uma personagem, mas para Daniel Garcia, criador da GG, é um nome artístico, como muitos artistas usam, e não apenas um personagem de uma história.

– A Drag Queen Rapper

O título de Drag Rapper surgiu de forma inusitada. “Eu costumo dizer que drag rapper é uma coisa que me foi concedida. Meu primeiro som, que foi Dona, coloquei um rapper de seis linhas no meio da música. O diferencial foi esse. Quando vi isso acontecendo, falei ‘vamos brincar de drag rapper’. Hoje, a expectativa é enorme para eu seja somente uma drag rapper”, conta. Com pensamento alto e ousado, explica: “Eu confio muito que a gente vai ultrapassar a coisa do momento e drag queen vai se perpetuar como arte plural brasileira conceituada. Não vejo a hora de trabalhar com outras pessoas aqui no Brasil e fora”.

Outro grande destaque foi a música Império, que arrebatou o público! “As pessoas vieram através da resistência, do fator empoderamento. O clipe Império é muito carregado de conceito e impõe muito respeito. Percebi que os meus fãs enxergaram as mensagens nas entrelinhas. No vídeo, eu me vali de uma confiança maior como uma drag fazendo rapper por eu me ver nessa época, nesse espaço maior, na posição de atitude. Acho que a música é muito a nossa cara e fala muito de quem a gente é. São palavras para levantar a pessoa do chão. Esse é o diferencial.”, destaca Gloria Groove, que completa: “Espero poder mudar esta perspectiva sempre. Cada álbum que eu fizer, quero que tenha uma missão. Estou me preparando para isso a vida inteira”.

A razão da escolha tem explicação: “Como hétero, eu não teria tanta projeção com algo autêntico. Para ter sucesso, era evidente que eu teria de esconder que eu era gay. Eu me sentia avesso a essa falta de autenticidade. Por isso que ser drag queen me abriu muitos caminhos mentalmente. Eu descobri que dava para ser autêntico e me sentir confortável, belíssimo e fazer o que eu gosto. Todas as minhas referências eram femininas, a começar pela minha mãe e passando pela Beyoncè.

Quando descobri que eu poderia aliar isso tudo e ser a cantora, as coisas mudaram de figura. Foi aí que eu descobri quem é a estrela em potencial. Drag fez eu me sentir pertencer a alguma coisa. Por uma causa. Hoje eu posso cantar sobre empoderamento, como já fiz muito, ou não, mas quero quebrar barreiras por ocupar o espaço que eu estiver ocupando. É revolucionário se você está fazendo e consegue ter esse reconhecimento”, reforça a artista.

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