Formada por artistas, militantes culturais e agentes sociais, a Frente Unificada da Cultura/DF enfrenta o ‘desmanche cultural’ promovido principalmente pelo ex-secretário de cultura Adão Cândido, empossado no início do Governo Ibaneis. Pressionado pelo movimento cultural insatisfeito, Adão Cândido caiu dando lugar a Bartolomeu Rodrigues, para quem foi entregue uma ‘Carta Aberta’, dia 08/01/2020.

A ‘Carta Frente Unificada da Cultura DF 2020’ aborda: edital ‘abortado’ do FAC 2018; a farsa do FAC Regionalizado e o FAC Conexão; espaços culturais e o decreto para a reforma do Teatro Nacional; Lei Complementar e a Fundação do Patrimônio Cultural; Conselhos Regionais de Cultura; Gerentes Regionais de Cultura; Lei do Silêncio e a Rádio Cultura; Questão Indígena. Tudo fundamentado na Lei Orgânica da Cultura/DF.

Bartolomeu relatou sua trajetória profissional e sua chegada a Brasília, informando que foi ele que escreveu o plano do Governo Ibaneis. A comissão, formada por Kuka Escosteguy, Marília Abreu, Dorinha de Freitas, Clarice Cardell, Neide Nobre, Rênio Quintas, Lucas Rafael, Carlos Augusto, Leo Goes, Julimar dos Santos, Divino Gomes, Rita Andrade e Fernanda Morgani, leu cada item da carta debatida com o secretário.

“Não pretende afrontar a Lei Orgânica da Cultura – LOC, que terei como parâmetro na minha gestão”, disse o secretário, num tom receptivo e democrático para com os fóruns, coletivos e outras frentes ali representadas. Disse que entende a importância do movimento e que pretende rever ingerências políticas no fazer cultural, como a do deputado distrital Jorge Vianna, sobre a gerência do Complexo Cultural Samambaia.

Repórter: Élton Skartazini

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