Com apoio da Converse e pela primeira vez neste formato, festival mantém intensa programação de shows, danças, mesas, oficinas e vivências ao longo de 5 dias com atrações de 10 países e todas as regiões brasileiras.

Elisa Lucinda, Elza Soares e Dona Damiana são as homenageadas. Mulheres negras falam sobre utopias, a partir de diferentes lugares e temas. Influenciadoras digitais como Bielo Pereira, Lorrayne Carolyne e Xan Ravelli discutem sobre as novas narrativas negras na internet.

A 13ª edição do Latinidades, maior festival de mulheres negras da América Latina, acontece entre os dias 22 e 27 de julho e tem como tema “Utopias Negras”. Numa edição totalmente digital via Youtube, o festival este ano conta com uma intensa programação com mais de 60 atividade, entre painéis, shows de música, recitais de poesia, workshops, vivências, oficinas, rodas de conversa e espaço infantil. Participam todas as regiões brasileiras e mais 9 países: Colômbia, Guiné Bissau, Nigéria, Barbados, Haiti, Costa Rica, Cuba, Jamaica e Etiópia.

O projeto parte do lugar das artes e da cultura para dialogar, disputar narrativas e fortalecer diferentes saberes de mulheres negras: na academia, na rua, na escola, no chão de fábrica, na comunicação, nos movimentos sociais, na gestão de políticas públicas…na diversidade infinita das nossas potências e possibilidades de produção de conhecimento.

A missão do festival é ser plataforma de formação, cultura, inovação,geração de renda, impacto social, encontro, encanto, acolhimento, celebração e resistência. E nesta próxima edição, três grandes mulheres serão homenageadas: Mãe Dalva Damiana, da Irmandade da Boa Morte, na Bahia; a voz do milênio, a cantora carioca Elza Soares; e a artista Elisa Lucinda, do Espírito Santo, fundadora da Casa Poema, onde publicou livros de poemas.

A programação começa, no dia 22 de julho, às 10h, com a mesa ” Papo de Futuro”, em parceria com a Crespinhos S.A. , do Rio de Janeiro. Pela primeira vez, o festival vai abrir com uma conversa entre crianças, de 9 a 11 anos, para falar do futuro. “Cada vez mais, buscamos estabelecer um processo formativo baseado na horizontalidade. E nesse exercício, é fundamental o reconhecimento da infância enquanto categoria social e das crianças negras como sujeitos históricos de direito, produtoras de cultura e de conhecimento”, afirma Jaqueline Fernandes, fundadora do projeto.

Completando a programação do primeiro dia, às 15h, tem a mesa mediada pela Val Benvindo sobre ” Arte, utopia e criatividade” com a participação da Elisa Lucinda, Giovanna Heliodoro, Bia Manicongo e Gabriela Loran. Será uma conversa com realizadoras e criadoras negras sobre utopias, subjetividades e processos criativos. Um espaço para falar dos sonhos, desejos e inventividades dessas mulheres.

Ainda no primeiro dia, às 21h, o festival conta com a performance “Meu corpo e minha voz aliados à minha dignidade -homenagem a Paula”, Interpretada por Yahndra Iriarte e produzido pelo Movimento Social da Mulher Cartagena e Bolívar. Destaque também para a mesa “Sonhos Latino- Caribenhos: Mulheres em movimento, Amefricanidades e Feminismos insurgentes” acontece em 2 momentos, às 15h e às 17h, do sábado, dia 25. Será um espaço para falar da potência negra, diversidade e utopias para a construção de uma sociedade equânime. Serão muitas leituras e propostas para contrapor o modelo excludente de sociedade que vivemos.

A discussão sobre o racismo entranhado na política de guerra às drogas também faz parte da programação. No dia 24 de julho, às 15h, acontece uma mesa com o tema “A utopia da paz: políticas de drogas e agenda antirracista” em parceria com a Iniciativa Negra por Uma Nova Política sobre Drogas, primeira ONG negra que atua com advocacy para reforma da política de drogas no Brasil. A ONG propõe uma contranarrativa ao sistema racista vigente na política de drogas atual, que opera no modo de opressão às pessoas negras num consórcio de sistema de justiça, com segurança pública e saúde precarizada. As participantes são Juliana Borges, Nathália Oliveira, Dudu Ribeiro – Silvio Almeida, Preto Zézé. A mediação ficará por conta de Cecília Oliveira, jornalista e colunista no Intercept Brasil e criadora da Plataforma Fogo Cruzado .

Todos os dias acontecem atividades no espaço infantil “Pretinhosidade”, realizada pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras.

A Converse, apoiadora do evento, acredita que a arte tem o poder de refletir os tempos atuais e provocar conversas capazes de mudar o mundo. Para isso, convida a sua comunidade a criar de forma coletiva na campanha “Create Together for Tomorrow” e, durante o festival, conta com duas ativações. A primeira, é uma live com MC Soffia, rapper adolescente que canta sobre autoestima, diversão e questões raciais, junto com Rosa Luz, também rapper, mulher transexual, negra e periférica. Cada uma em sua casa, o show conta com interação entre as duas em um bate papo informal sobre futuro.

No domingo, a marca promove a mesa “Criar juntos novas narrativas negras na internet para o futuro”, que conta com a participação de três influenciadoras digitais com diferentes narrativas: Bielo Pereira, bigênero, body positive, apresentadora do Coisa Boa Pra Você (GNT) e 138 mil seguidores no instagram; Lorrayne Carolyne , tem 193 mil seguidores no instagram e aborda temas sobre beleza – a sua forte presença nas redes, traz, quase que de forma automática, temas relacionados às Pessoas Com Deficiência; Xan Ravelli , Influenciadora digital com foco em moda e beleza negra, creator e mãe de um casal.

Encerrando o festival, o dia 27 de julho será dedicado ao projeto “Serviço de Preta”, uma maratona de ofertas de cursos, mentorias, workshops e ferramentas para fortalecer negócios de mulheres negras – um espaço de formação empreendedora, especialmente criado para trabalhadoras negras da cultura.

“Apesar de todo o legado da cultura negra para humanidade, os espaços onde se discute o mercado da arte e da cultura têm sido, historicamente, negados para pessoas negras. E não basta simplesmente estar lá, já que, não raramente, não dispomos das ferramentas necessárias para corresponder ao network e às dinâmicas lineares, eurocentradas e embranquecidas da indústria” explica Jaqueline Fernandes.

Redes sociais

22 de julho, quarta-feira

10h Abertura – Abertura: Papo de Futuro – atividade realizada em parceria com a Crespinhos S.A (RJ). Pela primeira vez em treze anos, teremos a honra de abrir o festival com uma conversa entre crianças. O papo de Futuro é uma troca de ideais com 5 crianças pretas cariocas, com idade de 9 a 11 anos. Mediadora: Renata Morais (de frente na Crespinhos S.A e RM Produções. Produz o Bailinho da Crespinhos, desde 2015). Participantes: Márcio Jr ( estudante, empreendedor da MJ Bricks – empresa de acessórios divertidos e palestrante em empresas e escolas), Elis MC ( criança, cantora,modelo, dançarina e rimadora. Já viajou pelo Brasil, hoje é força nas redes sociais e já gravou 4 singles autorais e 4 clipes produzidos), Layza Griot (Ela já fez peças teatrais, participou de musicais e é futuro do jongo no Brasil), Vitória Cunha (bailarina, dubladora e modelo e tem uma rotina ativa como dançarina da Crespinhos Dança ) e Gabriel ( dançarino da Crespinhos Dança e se tornou ícone no Bailinho da Crespinhos).
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14h – Espaço Infantil: Pretinhosidades – Latinidades e Pretaria BlacKids se juntaram para realizar o projeto, elaborado pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras. Oficina: Oralidades e brincadeiras de matrizes africanas – Malego Lalá – O objetivo da oficina é experimentar as formas de aprendizados no modo de brincar africano e a força da ancestralidade, com brincadeiras para combater o racismo e solucionar problemas.
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15h – Mesa: Arte, utopia e criatividade – Será uma conversa com realizadoras e criadoras negras sobre utopias, subjetividades e processos criativos. A mesa será mediada por Val Benvindo ( empresária, produtora, jornalista, comunicóloga e vodunsi) e com a participação da Elisa Lucinda ( poetisa e idealizadora e fundadora da Casa Poema), Giovanna Heliodoro (historiadora, comunicadora, afrotransfeminista, produtora do Festival TransViva!, Colunista do Influência Negra e Social Media. Integra ao EQUI articulando ações acerca da inclusão de diversidade no mercado de trabalho. É produtora de conteúdo do perfis Trans Preta e uma das autoras do livro Raízes – Resistência Histórica), Bia Manicongo (atriz e rapper, a artista paraibana, Bia Manicongo também conhecida como Bixarte , tem apenas 19 anos e é hoje uma dos maiores nomes do Rap Paraibano) e Gabriela Loran (atriz, palestrante, influenciadora digital, transfeminista).

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17h – Wakandas reais – mediado pela Aline Maia (Socióloga, mestre e doutoranda em Antropologia. É coordenadora executiva do Programa de Direito à Vida e Segurança Pública do Observatório de Favelas e integra o Instituto Afrolatinas), a mesa será um debate sobre os inúmeros exemplos de lutas, resistência e vitórias: exemplos reais em África e diáspora não falta. As convidadas são: Shaina – She Builds Initiative (Haiti), Tonica Sealy Thompson (Barbados), Aponto Té (Guiné Bissau) e Seble Teklemariam (Etiópia).

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20h30 – Espetáculo: Dança moderna “o segredo dos meus sonhos” (Colômbia) – É uma obra de dança que aborda a discriminação da mulher negra, por sua dupla condição de gênero e raça. Dançarina e criadora: Shirly Caicedo Pacheco / Duração: 22 minutos
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21h – Performance: “Meu corpo e minha voz aliados à minha dignidade -homenagem a Paula” (Colômbia) – Intérprete: Yahndra Iriarte / Produzido pelo Movimento Social da de Mujeres de Cartagena y Bolívar /Duração: 2h16

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21h30 Pocket Show: Letícia Fialho (DF) – Letícia Fialho é compositora, cantora e instrumentista. Guiada pela ancestralidade e atravessada pela vivência quente dos subúrbios, pela magia boêmia das ruas e madrugadas, pelo gosto por soltar pipa e pela tendência a ralar joelhos, Letícia tece suas canções unindo palavra e música pela linha fina da sensibilidade. Com três discos inteiramente autorais, é dona de uma trajetória consistente enquanto compositora, instrumentista e cantora, arranjando, concebendo e dirigindo cada trabalho seu. Uma das autênticas representantes do talento de mulheres pretas da capital do Brasil, que encerra a programação do primeiro dia dedicado às Utopias Negras, no Latinidades 2020.
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23 de julho, quinta-feira

10h – Espaço Infantil: Pretinhosidades – Latinidades e Pretaria BlacKids se juntaram para realizar o projeto, elaborado pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras. Oficina: Yoga Para Mães e Filhos – Gabi Moreno – A oficina irá utilizar recursos do Yoga como prática de conexão entre adultos e crianças, buscando co-criar ritmos respiratórios e movimentos que abram espaços para o contato com o corpo, com as emoções e com a subjetividade de cada um, gerando condições para que um olhar gentil e amoroso para consigo e para com o outro possam surgir.Gabriela Moreno dedica-se ao estudo e pesquisa da não-violência e autonomia no cuidado com a saúde da mulher.
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10h – Eleições 2020: O debate que queremos – A Oxfam Brasil, em parceria com o Instituto Afrolatinas, vai realizar um debate eleitoral, apenas com candidatas negras a vereadoras, que apresentarão as suas plataformas e horizontes de futuro. A definição das componentes da mesa será feita a partir de uma chamada pública, que levará em conta critérios como diversidade partidária, faixa etária, região e orientação sexual. As perguntas formuladas previamente serão apresentadas pela coordenadora do debate e por algumas mulheres que estarão na plateia virtual.
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14h – Espaço Infantil: Pretinhosidades – Latinidades e Pretaria BlacKids se juntaram para realizar o projeto, elaborado pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras. Oficina: Contação de História “de Boca” de Tradição Oral, Giselda Perê – Agbalá Conta é uma cabaça encantada que guarda as histórias da nossa ancestralidade preta africana e preta brasileira. Giselda Perê é Mestra em Arte / Educação, Artista, Educadora, Narradora de Histórias no Núcleo Agbalá Conta.
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15h – Mesa: Diálogos sobre comicidade – A convite do festival, a artista e pesquisadora Ana Luiza Bellacosta irá compartilhar sua pesquisa e liderar dois diálogos com profissionais das áreas da palhaçaria, cultura popular e stand up comedy, para discutir como rever conceitos e aprofundar o debate de gênero e raça no fazer do humor. Ana Luiza tem dedicado alguns bons anos a uma pesquisa profunda sobre a comicidade e a questão racial nas artes. A proposta é ressignificar a expressão pejorativa do que se conhece como Humor Negro.1º diálogo: Comicidade negra – a história não contada nas universidades e academias. O protagonismo e a representatividade negra em festivais de circo e teatro. Convidada: Cibele Mateus – pioneira, atriz, pesquisadora da cultura popular e comicidade negra. 2º diálogo: Racismo recreativo: O que é? Como identificá-lo? Como podemos percebê-lo e combatê-lo nas linguagens da palhaçaria e comicidade? Convidado: Edson Duavy – ator e comediante brasiliense.
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18 às 21h – Pré-Ella (Encontro Latino Americano de Feminismos) – A programação de lançamento será realizada em parceria com o FDE, Mídia Ninja.
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21h – Apresentação Artística Sarau Musicado (Colômbia)

Lorena Torres Herrera – Poesia: “Ode ao meu negrito” e “sempre presente”

Dionicia Moreno Aguirre – Poesia: “o perfume da noite”

Mary Grueso Romero – Poesia: “preto eu sou”

Jenny Sofía rodríguez – Poesia: “a força da minha raça”

Trilha sonora: Saulfo Arroyo Ahon: percussão e voz / Juan Manuel Arroyo Ahon: percussão / Iván Hurtado: percussionista, coros / Felix Ramos Angulo: marimbero e voz.Tempo estimado: 25 minutos

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24 de julho, sexta-feira

10h – Mesa: Jovens Mulheres Negras e Direito à Cidade – Será um debate sobre a atual conjuntura vivida pela juventude negra e periférica de quatro metrópoles brasileiras: Distrito Federal e entorno, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.O evento será em parceria com o projeto Juventudes nas Cidades ( é uma ação conjunta envolvendo sete organizações da sociedade civil (Oxfam Brasil, Ação Educativa, Inesc, Criola, Fase, Ibase e Instituto Polis). Também será o lançamento da Revista “Juventudes nas Cidades”, fruto das reflexões trazidas pelos jovens dessas quatro metrópoles. Para a construção, fez-se necessário ouvir as juventudes, principalmente negra e periférica, para renovar as utopias e reinventar as formas de mobilização social. Essa atividade é realizada pelo Inesc, em parceria com Oxfam Brasil, ONG Criola, Ação Educativa, Instituto Pólis e Ibase.
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10h – Espaço Infantil: Pretinhosidades – Latinidades e Pretaria BlacKids se juntaram para realizar o projeto, elaborado pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras.Oficina: A capoeira na Construção das Identidades, com Haydée Paixão. O objetivo da Oficina é promover o reconhecimento da Capoeira enquanto episteme de fortalecimento da identidade quando praticada por pessoas negras, descendentes de africanas e africanos escravizados, neste território que foram as que deram nascimento à esta arte que hoje está no mundo.Haydée é discípula de Mestre Pinguim do Núcleo de Artes Afrobrasileiras, Grupo Guerreiros e Guerreiras de Senzala, linhagem de Mestre Gato Preto de Santo Amaro da Purificação. Produzido: Afloarte Produções.
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13h – Filme Curtametragem: “Mi Muñeca” – O curta conta o drama da exploração sexual infantil dentro de uma casa. Escrito e dirigido por : Manuel Díaz Polo / Produção: Patricia Ruiz Acero e Jhon Narváez Escudero / atores: Karent Hinestroza, Tao Sierra e Raiza Ramírez / Exibição: Oxfam Colômbia / Duração: 8min08.
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14h – Espaço Infantil: Pretinhosidades – Latinidades e Pretaria BlacKids se juntaram para realizar o projeto, elaborado pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras. Oficina: Encontro com a autora do Livro “Coração do Mar”, de Ana Carolina Fernandes. Ela é escritora, ilustradora e pedagoga com formação complementar em Educação Social, nascida em Belo Horizonte, graduada em pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. Durante a sua formação acadêmica integrou projetos de pesquisa e extensão relacionados à promoção do letramento literário na primeira infância, critérios de qualidade para a composição de um acervo diverso e práticas de leitura e contação de histórias com bebês e crianças. O livro ilustrado Coração do Mar foi lançado em parceria com a crivo editorial.
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15h – Mesa: A utopia da paz: políticas de drogas e agenda antirracista. Esse debate ser´será realizado pela Iniciativa Negra por Uma Nova Política Sobre Drogas e Plataforma Brasileira de Política de Drogas. Segundo o documento interno da Iniciativa Negra, de 2018,

“O Brasil nunca lidou bem com seu passado colonial. Depois da Abolição formal da escravidão, uma imensa massa de pessoas ex-escravizadas se distribui na paisagem das cidades, entre as camadas mais empobrecidas da população. Sedimenta-se assim a associação entre cor da pele e pobreza, bem como o contraponto entre civilizados e selvagens. Um percurso que nos permite entender uma série de coisas sobre o Brasil de hoje, inclusive como o racismo entranhado numa política aparentemente correta de guerra às drogas, organiza um conjunto de instrumentos sistêmicos e define processos de escolher quem vive e quem morre. É preciso de espaço e poder para produzir raça. A raça como espaço do corpo que pode ser violentado, como no caso da criminalização de relações sociais em territórios periféricos inteiros. E da legitimidade do uso prioritário da violência monopolizada pelo Estado. Um conjunto de leis e práticas que, ao pretender segurança social, produz desigualdade e reforça mecanismos que resultam no encurtamento das vidas negras, em curso há séculos no Brasil”.Mediadora: Cecília Oliveira (jornalista e colunista no Intercept Brasil e criadora da Plataforma Fogo Cruzado). Participantes: Juliana Borges ( escritora e pesquisa política criminal. Consultora do Núcleo de Enfrentamento, Combate e Memória da Violência da OAB-SP. Foi Secretária Adjunta de Políticas para as Mulheres e assessora especial da Secretaria do Governo Municipal da Prefeitura de São Paulo. Autora de “Encarceramento em massa” – Selo Sueli Carneiro/Pólen Livros), Nathália Oliveira ( bacharela em Ciências Sociais. Atuou em diversos projetos de direitos humanos em pautas relacionadas a política de drogas desde 2011, passando por organizações, como a ONG Centro de Convivência É de Lei; Instituto Terra Trabalho e Cidadania; Plataforma Brasileira de Política de Drogas; presidência do COMUDA -SP (Conselho Municipal de Política de álcool e drogas de São Paulo 2016-2019; “Drogas Reduzir Danos”, dentre outros. Em 2015 fundou a Iniciativa Negra por uma Nova Política Sobre Drogas junto com Dudu Ribeiro, e divide a coordenação com o mesmo até o presente momento), Dudu Ribeiro ( licenciado em História, especialista em Gestão Estratégica de Políticas Públicas e Mestrando do Programa de Pós-Graduação em História da UFBA. Coordenador do Projeto Iniciativa Negra por Uma Nova Política sobre drogas. Foi membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia (2014/2015), membro do Conselho Estadual de Juventude do Estado da Bahia (Gestão 2014-2016), ocupando a vice-presidência pela sociedade civil; membro do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas do Estado da Bahia (gestão 2014-2016); membro do Grupo de Trabalho sobre Drogas do Conselho Nacional de Juventude (2015/2017); membro da Rede Latino Americana e do Caribe de Pessoas que Usam Drogas (LANPUD), Silvio Almeida (Filósofo e Jurista) e Preto Zézé (Presidente Global da Central Única das Favelas – CUFA. Ex-lavador de carro nas ruas de Fortaleza, rapper, empresario, produtor cultural, repórter no Quadro Talentos da Comunidade na TV Verdes Mares/afiliada da Rede Globo no Ceará, escritor, autor dos livros A Selva da Pedra : a Fortaleza Noiada ( 2014) e Das Quadras Para o Mundo (2019), consultor em planos de de oportunidades para governos e empresas. Preto Zeze tambem é CEO e fundador do Lis – Laboratório de inovação social. Ativista de uma agenda positiva nas favelas para transformar o estigma em carisma as dificuldades em oportunidades. Especialista em planejamento e agendas comuns Mestre em sobrevivência nas Quadras, Doutor nas ruas do Brasil e Pós doutor em conexões de potências e compartilhamento de oportunidades).

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17h – Mesa:Construções e coalizões do agora – A Mara Karina, da Cojira (Comissão Nacional de Jornalistas pela igualdade Racial) será mediadora da mesa para debater sobre o trabalho de forma articulada e em rede, em oposição às investidas do racismo estrutural contra os corpos e mentes. Participam desse debate: Mônica Oliveira ( Coalizão Negra por Direitos), Ingrid Faria (Renfa – Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas), Fernanda Ribeiro (Coalizão Éditodos), Célia Xkriabá (Apib – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) e Selma Dealdina (Conaq – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas).
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19h – Sarau: Libras Mais Cultura – A vivência da arte sem barreira é o que propõe esse projeto, onde Poetisas e Poetas surdos e ouvintes irão celebrar a poesia. As poesias são declamadas em Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Ele é coordenado pela empresária e especialista em acessibilidade cultural Eurides Nascimento e foi idealizado a partir do processo de mentoria realizado no projeto Apreendedoras, em Salvador, mentorado pelas irmãs Kintê- Samada Kintê e Sueide Kintê.
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20h – Pocket Shows:

20h – Nara Couto (BA)

20h30 – Bia Nogueira (MG)
21h – Luciane Dom (RJ)
21h30 – Moara (DF)
22h – Tuyo (PR)
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25 de julho, sábado

10h – Espaço Infantil: Pretinhosidade – É uma programação virtual gestada para crianças em tempos de pandemia, realizada pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras. Encontro com a Mafalda Pequenino, atriz e apresentadora do Quintal da Cultura. A apresentadora conta a história “O Mar que banha a Ilha de Goré” de Kiusam de Oliveira, o caminho inverso das viagens empreendidas pelos africanos escravizados, a partir do século XVI.
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10h – Espaço Bem Viver com Bolanile Olatunji, Nigéria

10h – Meditação Curativa de Obatalá – (Deus da criação Yorubá)

11h – Vivência em Yoga Africana

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13h – Samba de Dona Dalva (BA) – Dona Dalva Damiana de Freitas, 92 anos, mais conhecida como a “Doutora do Samba”, é cantora, compositora e sambista da cidade de Cachoeira, além de integrante da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte. Uma lenda vivíssima, nossa homenageada, que vai nos presentear com uma apresentação que envolve três gerações de sua poderosa família, diretamente do Recôncavo Baiano.
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14h – Lançamento do aplicativo Negras Plurais – esse aplicativo tem como objetivo de dar “match” entre as empreendedoras negras, entre a vendedora e o comprador final. Uma iniciativa de luta para emancipação do povo negro através da economia, seja também prioridade da luta antirracista. O Negras Plurais surgiu depois da percepção de diversas mulheres negras, que estão em necessidade. A maioria delas são trabalhadoras informais do Brasil e que, com a pandemia ficaram sem trabalho. Muitas delas estão produzindo serviços e produtos que ficaram estocados, sem possibilidade de vendas.Abertura com Pocket Show.
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15h – Mesa: Sonhos Latino-caribenhos: Mulheres em movimento, Amefricanidades e Feminismos insurgentes – parte 1. Será um espaço para falar da potência negra, diversidade e utopias para a construção de uma sociedade equânime. Serão muitas leituras e propostas para contrapor este modelo de sociedade fracassado, criado pelo homem branco. O debate com a mediação da Marielle Ramirez, tem como convidada Shirley Campbel Bar( Costa Rica), Leila Borari, Dríade Aguiar, Dandara Black Power e Odaymar Kruda.
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17h Mesa: Sonhos Latino-caribenhos: Mulheres em movimento, Amefricanidades e Feminismos insurgentes – parte 2 . Será um espaço para falar da potência negra, diversidade e utopias para a construção de uma sociedade equânime. Serão muitas leituras e propostas para contrapor este modelo de sociedade fracassado, criado pelo homem branco. Com a mediação da Bruna Pereira, as convidadas Carla Akotirene, Ana Flor, Winnie Bueno e Tatiu Heron; compõe a mesa.
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19h – Shows
19h – Krudas (Cuba)

19h30 – Suraras do Tapajos (PA)
20h – Haynna e os Verdes (DF)
20h30 – Anna Suav (PA)
21h – Preta Ferreira (SP)
21h30 – Bia Manicongo (PE)
22h – Brisa Flow (SP)
22h30 – Show Converse
23h – Enme Paixão (MA)
23h30 – Dj Tamy (RJ)

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26 de julho, domingo

10h – Espaço Infantil: Pretinhosidade – É uma programação virtual gestada para crianças em tempos de pandemia, realizada pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras. Oficina: Leitura do Livro Tainá, das escritoras Ayana e Cristiane Sobral. É a história da menina Tainá vive feliz em um país tão pequeno quanto um estádio de futebol onde estão plantadas algumas das flores mais lindas do planeta, mas a humanidade em crise enfrenta momentos de devastação.Lançado em 2018 com Ilustrações de Maria e Direção de Arte Ricardo Caldeira.

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10h – Mesa: “Sem folha não tem sonho” – A presidenta do Centro Cultural Pequena África e co-fundadora da Lavagem do Cais do Valongo, Celina de Xangô é Yalorixá e a líder Tupi Guarani, Dona Catarina participam da mesa com um debate sobre a cura do corpo e da mente por meio das ervas é um legado ancestral, deixado pelos antepassados.

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14h – Espaço Infantil: Pretinhosidade – É uma programação virtual gestada para crianças em tempos de pandemia, realizada pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras.Oficina:Leitura Coletiva com Pretinhas Leitoras, com a educadora Elen Ferreira Eduarda, Helena e Elisa Ferreira são irmãs, estudantes e apresentadoras do Canal Pretinhas Leitoras. A iniciativa objetiva a construção de uma sociedade justa, que garanta o acesso à educação e cultura do povo negro e resgata esses saberes através da literatura negra. Eduarda e Helena são gêmeas e têm 11 anos. Elisa é a mais nova do time e tem 6 anos. Equipe Pedagógica e Técnica: Elen Ferreira – Produção: Cintia Sant’Anna.
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14h – CONVERSE apresenta: “Criar juntos novas narrativas negras na internet para o futuro”. Será um bate-papo entre Bielo Pereira (Bigênero, Preta, Gorda e apresentadora do programa “Coisa Boa Pra Você”, no GNT), Xan Ravelli (mãe de duas crianças, casada, apresenta em seu conteúdo seu lifestyle, e o dia a dia com sua família perfeita. Ela é personificação da família negra brasileira) e Lorrayne Carolyne (uma influenciadora digital com foco em conteúdo de moda, beleza negra e lifestyle. Lorrayne é portadora da doença dos ossos de vidro, e ama Converse).
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16h – Oficina: Bailando com as Mãos, com Eurides Nascimento (BA). Você já pensou em aprender a Língua Brasileira de Sinais (Libras) a partir das suas músicas e poesias preferidas? A Empresária Eurides Nascimento, CEO no Instituto Libras Mais Cultura Integração e Acessibilidade, criou essa metodologia, com o objetivo de promover socialização entre pessoas surdas e ouvintes. Eurides usa em seu repertório da oficina música para todos os gostos, como “Me deu Onda” – MC G15, “Tô ouvindo alguém me chamar”, Racionais MC’s, “Você partiu me coração” – Nêgo do Borel, “Preta de quebrada” – Flora Matos.
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17h – Mesa: Maconha e maternidade – um papo reto e afetuoso entre ela e Kamila Jacoub, do coletivo Mulheres Canábicas, sobre maconha e maternidade. Um tema não poderia ficar fora das nossas utopias.
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20h – Apresentações Artísticas

20h – Duo Pretas (SP)

20h30 – Orquestra Funmilayo Afrobeat (SP)

21h – Banda Panteras Negras
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27 de julho, segunda-feira

10h – Espaço Infantil: Pretinhosidade – É uma programação virtual gestada para crianças em tempos de pandemia, realizada pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras.Encontro com “O Pequeno Príncipe Preto”, ator e Roteirista Júnior Dantas. Um bate papo sobre a obra e o pequeno príncipe preto ensina como produzir os adereços cênicos que serão usados na sua contação de estória. Junior Dantas é ator e jornalista. Em 2020, recebeu o Prêmio Ubuntu de Cultura Negra como Melhor Ator e de Melhor Narrativa, pela obra original, argumento e criação do espetáculo O Pequeno Príncipe Preto, que foi exibido em mais de 30 cidades do Brasil, para mais de 65 mil espectadores. É uma obra de muita representatividade, que fala de forma lúdica sobre a beleza e a riqueza da cultura negra, das diferenças, do amor, da filosofia Ubuntu e de ancestralidade.

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9h às 19h – “Serviço de Preta”, uma maratona de ofertas de cursos, mentorias, workshops e ferramentas para fortalecer negócios de mulheres negras – um espaço de formação empreendedora, especialmente criado para trabalhadoras negras da cultura. Este ano Serviço de Preta será o nosso ambiente de preparação para o mercado. “Serviço de preto” é uma expressão racista, construída para desqualificar o trabalho de pessoas negras e reservar-lhes o lugar de subalternidade e incapacidade. “Serviço de Preta” é uma ação afirmativa de gênero e raça que desenvolve e oferta cursos, mentorias e consultorias para potencializar competências.

9h – Com vocês: a Irmandade da Boa Morte! – Dona Dalva Damiana de Freitas, uma das nossas homenageadas 2020. Aula inaugural sobre a história da Irmandade da Boa Morte. Será um momento para reafirmar que #nossospassosvemdelonge e nos levarão além.
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10h – oficina: Cê Vira nos Negócios, com Ludmyla Oliveira. Será uma oficina sobre gestão financeira para negócios, que é o passaporte de voo para o crescimento do negócio, combustível vital para nossos sonhos. Ferramenta importante para conquistar o mundo de forma sólida, construindo ações diárias, analisando oportunidades e se preparar para situações adversas do mercado.Ludmyla Oliveira é administradora de Empresas, com especialização em Gestão Financeira, a facilitadora Ludmyla Oliveira atua como mentora e consultora financeira para pequenas e médias empresas, Executiva da Rede Cê_Vira nos Negócios e Facilitadora de processos de capacitação junto ao Instituto Feira preta e Das Pretas. CEO da Crioula Criativa. Oficina realizada em parceria com a Cê Vira nos Negócios*
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11h – Mesa: O Impacto das Artes – A atividade, em parceria com o projeto A Arte Salva vai trazer uma reflexão sobre o tema, a partir do olhar de mulheres potentes que tiveram suas vidas transformadas por meio das artes. Convidadas indígenas: Eunice Baía (embaixadora da Arte Salva, atriz e designer), Zahy Guajajara (atriz e poeta); Kizi Vaz ( atriz, mulher preta da baixada, integrante do Grupo de Teatro Nós do Morro e que hoje também tem um projeto social, o Curta Arte Caxias).
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14h – Workshop: Viabilização de Projetos Sociais, Realizando Sonhos Coletivos – Será um workshop ensinando como transformar uma grande ideia em realidade no menor tempo possível através da metodologia da Nossa Terra Firme para construir alternativas criativas e transformadoras viáveis no contexto Latino-Americano. Facilitadora: Iara Vicente ( Natural da Amazônia, fundadora da Empresa de Consultoria Estratégica Nossa Terra Firme. Bacharel em Ciências Sociais com Habilitação em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB – DF), Mestre em Administração Pública em Ciência e Política Ambiental pela Columbia University (CU – NYC) e agraciada com o prêmio de Talento Global para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável pelo UNLEASH Innovation Lab (Denmark).
Conteúdos:
1- Delineando o Sonho – Parâmetros a se considerar durante a construção do propósito
2 – Construindo Credibilidade – Como passar confiança para parceiros que podem investir em seu sonho
3 – Além do Dinheiro – O papel das soluções disruptivas para construir as soluções que você precisa
4 – Dominando a Narrativa- Como a estrutura organizacional influencia na sua habilidade de se posicionar enquanto um projeto/empreendimento viável
5 – Preparando-se para o Sucesso – Recursos online para auto-educação – Preparando-se para ganhar escala
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14h – Espaço Infantil: Pretinhosidade – É uma programação virtual gestada para crianças em tempos de pandemia, realizada pelo Grupo Editorial Pretaria BlackBooks e Aflorarte Produções. O principal objetivo é levar arte, cultura, diversão e literatura de autoria negra para as casas das famílias brasileiras.Pocket Show com Tina. Tina ( Antropóloga e hoje é uma das vozes presentes na irradiação da musicalidade e cultura afro brasileira) vai mostrar um repertório de encanto: o pertencimento à mãe natureza, o cuidado com os que vieram antes e a transmissão de ancestralidade serão tema das canções.
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15h – Aprimorando negócios de impacto social, com Dalva Regina, fundadora da Ubuntu Cuidadoria – Você sabia que sua atividade provavelmente tem potencial para ser um negócio de impacto social? E que a economia do novo século se preocupada cada vez mais com esse tipo de investimento? As práticas de inovação social surgem para dar conta dos vários saberes, modos de fazer, ferramentas e modelos que surgem do coletivo e produzem para o coletivo melhores soluções para os problemas sociais. Venha conferir algumas dicas de prototipação de ações de impacto. Dalva Santos é gestora em Inovação Social e Cultura e fundadora da Ubuntu Cuidadoria empresa do setor 2.5 cuja vocação é promover inovação social a serviço da equidade. Mestra em Sociologia, Bacharel em Produação Cultural e especialista na Gestão em Inovação Social.
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16h – Innovator’s DNA, comPriscila Gama, Das Pretas.org (ES) – Na maioria das vezes, os diálogos sobre Tecnologia e Inovação são distanciados das pessoas pretas e das periferias das cidades, ao tempo em que falar de inclusão e diversidades é ciência exata na busca por inovação e resultados exponenciais. Nossas Wakandas são decodificadas e transformadas em algorítimos e terminologias que orientam diálogos em mesas em que não estamos presentes. Se somos nós a diversidade e nossa tecnologias contemporâneas e ancestrais são palco de tanta motricidade, nada mais justo do que absorver esse INNOVATOR DNA nas nossas dinâmicas pessoais e profissionais, não é mesmo? É papo de presente, é sobre tecnologia e também é sobre feitiçaria, que aliás, é tecnologia, você sabia? Priscila Gama é Estrategista de Inovação em Tecnologia Social, Mestranda em Sociologia Política, coordena diversos projetos de inovação construidos sob as lentes da inclusão, igualdade e potencialização de territórios periféricos. É CEO do Das Pretas.Org e do Bekoo Das Pretas.
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17h Processos criativos e estratégias para o seu projeto, com Caroline Moreira, Negras Plurais (RS) – Um workshop sobre processos criativos, em que a facilitadora vai falar sobre quebra de crenças limitantes, preparação para pich e posicionamento de marcas. Na construção de um projeto, saber identificar e comunicar missão, visão, valores e contrapartidas. Caroline Moreira é mentora, palestrante e consultora de negócios. Formada em Ciências Contábeis e pós graduada em Filosofia e Autoconhecimento. Criou, em Porto Alegre, a Três Tons de Preto, produtora cultural independente que atuava na promoção de eventos voltados para a comunidade negra e na transformação de pessoas negras em potências culturais e protagonistas sociais.Em 2018, criou o Negras Plurais, aceleração de negócios de mulheres negras. Ela também é curadora e gerente de projetos do Canal Preto, criado pelo Ministério Público do Trabalho. Em 2019 foi facilitadora do AFrolab Para Elas (Instituto Feira Preta). Durante a crise do COVID o Negras Plurais se uniu a Feira Preta (maior feira de empreendedorismo negro da America Latina) e Criola Criativa (Marca de acessórios que busca resgatar a cultura Afro-Brasileira.). Juntas elaboraram o projeto afro máscaras -voltado para empreendedoras negras que produzem máscaras no Brasil durante o período da pandemia. De maneira voluntária, fizeram a divulgação nas redes e captação de recursos e insumos para produção das máscaras, gerando trabalho e renda para mulheres.
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19h – Show de encerramento
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