Dos dias 18 a 23 de Novembro, o Sesc Setor Comercial Sul receberá, em parceria com a Fundação Cultural Palmares, o 1° Festival Afirmativo de Dança – O Corpo Negro em Movimento. A programação nasce da necessidade de uma educação decolonial em dança no Brasil, propondo em sua 1° edição, a compreensão do corpo negro como território político e o reconhecimento do lugar da corporeidade brasileira no mundo.

O Festival Afirmativo de Dança tem como eixo curatorial a inclusão de todos os corpos dançantes e linguagens artísticas marginalizadas. Na edição O Corpo Negro em Movimento, ocorrerão oficinas formativas de nível avançado para bolsistas selecionados pelos professores Celly IDD (Passinho Foda – RJ) e Rodrigo Leopolldo (Dança Contemporânea- SP).

Debates sobre a representatividade negra nas artes, o corpo preto em cena, atrás das câmeras e as masculinidades negras na dança serão alguns dos temas abordados nos painéis formativos com acesso livre e gratuito para toda a comunidade.

A programação contará também com shows dos bailarinos convidados, mostra coreográfica resultado das oficinas, aula aberta de funk e dança contemporânea para crianças com Celly IDD e Rodrigo Leopolldo (inscrições gratuitas pelo e-mail teatrosescsilviobarbato@gmail.com), além do Slam das 6 – Edição Excelência Negra com a participação do MC Dextape (CE), na área externa do Sesc Setor Comercial Sul. Toda a programação é gratuita.

Confira a programação completa

18 de Novembro às 19h – Teatro Sesc Silvio Barbato

Painel “Dança, Masculinidades e Negritude”

Com Rodrigo Leopolldo (SP), Prof. Júlio César (SP), Guiga Preto (DF) e MC Dextape (CE). Mediação: Vinícius Dias (RJ). Abertura e encerramento com apresentação do bailarino Rodrigo Leopolldo (SP) e MC Dextape (CE). Entrada gratuita.

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Guiga Preto

Guiga Preto é poeta, professor e tradutor. Tem sua trajetória no movimento negro marcada pela participação no coletivo negro do DF e entorno, EnegreSer, na UnB.

Júlio César

Referência em dança de matriz africana, o dançarino e coreógrafo atua há 23 anos em Brasília na capacitação de jovens de todas as idades nos distintos segmentos da dança para fortalecer a identidade negra contemporânea. Com perfil multifacetado visa, a partir de seu legado, oportunizar novos horizontes aos futuros referenciais da dança afro-brasileira. Atualmente ministra aulas no ITANS – Formação de Multiplicadores e de Criação em Dança Negra Contemporânea, projeto apoiado pela Fundação Cultural Palmares e pelo Governo do Distrito Federal que acontece até julho de 2020 no Centro de Dança do DF.

MC Dextape

MC Dextape é um artista/ativista da região do Cariri (CE) focado na valorização da música e na experimentação de novos conceitos. Suas músicas dialogam com a realidade das “juventudes” do país de forma crítica e divertida, mas sem perder seu caráter de denúncia social. Seu estilo musical viaja entre as linhas de Ariano Suassuna e as batidas de Jay-Z. Para quem quer ir do Cariri até a infinidade, o som de Dextape é o passaporte.

Rodrigo Leopolldo

Bailarino protagonista do Balé Teatro Guaíra, companhia emblemática que completa 50 anos em 2019, como o príncipe no renomado clássico “O Lago dos Cisnes” e Don José em “Carmen”, ambos de Luiz Fernando Bongiovanni.

Em 2007 recebeu o Prêmio como Melhor Bailarino e Coreógrafo no Étoile Festival de Dança, em São Paulo. A genialidade de Rodrigo Leopolldo como coreógrafo além de intérprete, vem se destacando pela apropriação da técnica clássica e das escolas contemporâneas para o nascimento de uma linguagem inovadora, brasileira e de excelência, onde o corpo negro não só tem lugar, mas é o lugar.

Vinicius Dias

Vinicius Dias é carioca e graduado em psicologia pela Universidade Estácio de Sá. Especializou-se em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça pela Universidade de Brasília. Faz parte da Articulação Nacional de Psicólogos/as Negros/as e Pesquisadores/as (ANPSINEP-DF). É mediador do grupo “Juntó!” de conversa entre homens negros e também desenvolve um grupo de terapia comunitária com outros voluntários na comunidade de Águas Bonitas – Goiás, no Terreiro de Candomblé “Tumba Nzo Jimona Dia Nzambi” – Nação Angola, Família Tumba Junçara. Atua como psicólogo clínico com foco na saúde mental da população negra e tem como objeto de estudo a construção da masculinidade negra na diáspora brasileira.

19 de Novembro às 19h – Teatro Sesc Silvio Barbato

Painel “ Pretas em Cena ”

Com Celly IDD (RJ), Calila das Mercês (BA), Tainá Cary, Lídia Dallet e Vera Verônika (DF). Mediação: Jô Gomes (DF). Abertura e encerramento com apresentação da bailarina Celly IDD (RJ). Entrada gratuita.

Saiba mais sobre as painelistas

Calila das Mercês

Calila das Mercês é escritora, jornalista, pesquisadora do Grupo de Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea (Gelbc). Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Literatura da Universidade de Brasília – UnB, Mestra em Estudos Literários (UEFS), Especialista em Comunicação Corporativa (Universidade Salvador) e Bacharel em Comunicação Social/Jornalismo (UFRB) com estudos na Escola Superior de Educação no Instituto Politécnico de Bragança em Portugal. Realiza estudos sobre movimentos, representações e (re)mapeamentos de mulheres negras na literatura contemporânea. Recebeu o Prêmio Pesquisa Literária da Fundação Biblioteca Nacional, 2015 pelo projeto de dissertação e o Prêmio Antonieta de Barros–Jovens Comunicadores Negros e Negras, em função do projeto Escritoras Negras. Publicou “Notas de um interior circundante e outros afetos” (2019, Editora Padê).

Celly IDD

Marcelly Mello, conhecida no mundo do Funk como “Celly IDD” (IDD – Imperatriz da Dança) é pioneira feminina do Passinho, dança oriunda das favelas cariocas original dos anos 2000. É representante da família mais antiga de Passinho do Brasil, os Imperadores da Dança e vem por meio de seu conhecimento deste estilo, contribuindo para a formação, concepção e construção estética da mulher no movimento Passinho. Cria do Morro dos Macacos (Vila Isabel-RJ), Celly começou a dançar o Passinho no ano de 2007, como uma das primeiras mulheres de um movimento que era muito masculinizado. Destacava-se entre os homens enfrentando-os em duelos e batalhas nas rodas dos bailes, sendo hoje reconhecida uma “relíquia do passinho” pela geração original do estilo.

Jô Gomes

Jô Gomes é dançarina especializada em estilos Afro (Danças Afro-brasileiras, Kuduro, Afro House, Dancehall, Azonto, Hip Hop, Funk e Passinho). Atualmente é professora de Danças Afro no restaurante africano Simbaz, no estúdio We Dance e no SESC Presidente Dutra; de Funk e Sexy Dance na Marhaba Dança; e de Dancehall na academia Lá na Dança. Foi professora da Backstage Dance Center no primeiro semestre de 2018. É integrante do grupo Imperadores da Dança (IDD), o primeiro bonde de passinho do Rio de Janeiro, e do grupo Hands Up DF, primeira house de Vogue do Distrito Federal. Realizou debates sobre a Criminalização do Funk seguidos de aulão de Passinho em escolas públicas do DF, bem como na festa Melanina e no evento Afro Ocidental, na Cidade Ocidental (GO), e também no Fórum de Produtores Culturais, na UnB, a fim de contextualizar as origens do funk carioca, explicar as questões socioculturais que envolveram a proposta de criminalização e popularizar o estilo no DF e Entorno.

Lídia Dallet

Lídia Dallet, rapper, cantora, compositora, videomaker e produtora musical. São apenas algumas das atividades desenvolvidas por essa artista brasiliense crescida no P Sul, bairro de Ceilândia. Reconhecida por sua extensão vocal e musicalidade, vem construindo uma carreira consistente e chega como grande promessa aos apreciadores da Cultura Hip Hop e da Música Negra Brasileira. Com identidade musical construída ao longo de pesquisas, desenvolve uma sonoridade própria: O gênero musical que a rapper chama de CEILÂNDIA LATIN JAZZ. Já trabalhou com alguns dos principais grupos de Rap do DF, como: Câmbio Negro, Viela 17, Cirurgia Moral (Rei) e Álibi (DJ Jamaika). Para além da Cultura HIP HOP, a versatilidade da artista, a levou a trabalhar como backing vocal para artistas como os cantores e compositores Beto Dourah e o carioca Jorge Vercillo. O som da Lídia Dallet é um convite à reflexão, uma viagem dentro de si, para cada um procurar sua autorresponsabilidade, autoamor e autorealização. Musicalmente falando, tem como base o Hip Hop e o canto Griô africano, trazendo a ancestralidade, mesclada com à linguagem do Jazz, Funky e Negro Spiritual. Produz o projeto Slam das 6 em parceria com Cleudes Pessoa.

Tainá Cary

Tainá Cary Barbosa, nascida na cidade de Santos e residente do Distrito Federal, onde mais da metade da população é negra de acordo com o último censo, é bacharela em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília e apresenta uma trajetória pessoal e acadêmica voltada para os diálogos acerca dos direitos humanos, principalmente para sujeitas mulheres negras e LGBTQ+. Mulher negra, gorda, jovem, bissexual, neta, filha, sobrinha e amiga, cresceu em meio a diversas referências de ativistas e militantes atuantes no movimento negro, tendo no histórico de sua família uma ampla participação, principalmente das mulheres, em diversos segmentos da sociedade – de concursos de beleza até órgãos públicos. Com trajetória dentro do campo das artes cênicas, atuou no curta-metragem “À Tona” onde interpretou mulheres que tiveram suas vidas marcadas por abusos desde a infância até a fase adulta. O filme percorreu diversas cidades do Brasil, foi selecionado na categoria “short film corner” no Festival de Cannes e vencedor de premiações, principalmente por sua atuação enquanto personagem principal.

Atuou em peças teatrais que tinham como centralidade as narrativas e vivências das mulheres em meio a uma sociedade patriarcal, machista, racista e conservadora.

Vera Verônika

Nascida em Brasília, Vera Verônika é cantora, professora e feirante. O rap faz parte da sua vida desde os treze, Vera foi a primeira mulher a cantar o estilo no Distrito Federal e Entorno. Ela canta para ter voz e para dar voz àqueles que acha justo. A difícil realidade social de vários despertaram nela o desejo de ensinar além do ofício de professora, ensinar com a voz, ensinar com o rap. Defensora incessante dos direitos humanos, da igualdade de gênero, da igualdade racial e do combate à homofobia, Vera faz da palavra cantada um instrumento de conscientização. É mulher, negra e tem vinte e cinco anos de carreira. Engajada no trabalho comunitário, é consultora na área de Gênero, Diversidade e Orientação Sexual, educadora em projetos sócios culturais, participou do projeto governamental Brasil Sem Homofobia. Em 2017 comemora 25 anos de carreira e celebra com gravação de disco e DVD ao vivo esta importante fase de sua trajetória como Mulher no RAP.

20 de Novembro às 18h – Área Externa do Sesc SCS

Slam das 6 – Edição Excelência Negra

Com MC Dextape (CE), Rodrigo Leopolldo (SP), Celly IDD (RJ), Lídia Dallet, Cleudes Pessoa, Bárbara Barbosa, Negro Val, Lídia Dallet, Cleudes Pessoa, Haynna, Debrete, Kadan Lopes, Jad Willian, Ana Béa e convidados. Participação gratuita.

O Slam das 6 é um projeto mensal de batalha de poesia falada, improvisada, valorizando a oralidade literária e a criatividade dos artistas do DF, priorizando das periferias, criado por Cleudes Pessoa e Lídia Dallet. A ação faz parte de uma estratégia de difusão e visibilidade dessa linguagem literária, oferecendo beleza e ludicidade, poesia, música e outras linguagens artísticas de forma gratuita para o público.

21 de Novembro às 19h – Teatro Sesc Silvio Barbato

Painel “O Olhar Negro por trás das lentes” e inauguração da exposição “De Cor da Pele” de Denise Camargo.

Com Denise Camargo, Jéssi Barros, Profa. Edileuza Penha, Cleudes Pessoa e Marcus Azevedo. Mediação: Victor Hugo Leite, com a exibição dos curtas Negra Luz, Afronte e Mulheres de Barro, na presença de seus diretores. Entrada gratuita.

Saiba mais sobre os painelistas

Cleudes Pessoa

Cleudes Pessoa cresceu e iniciou seu percurso de artivista no Ceará, mora no Cerrado, (DF), desde 2010. É graduada em Assistência Social pela Universidade Estadual do Ceará, tem formação complementar em Terapias Integrativas, atua também como produtora cultural na Kali Coletiva Feminista – Rede de Assessoria a Projetos Culturais e Sociais. No Audiovisual, produziu os curtas documentários: Enegrecendo (2013), Pedras da Vila Paranoá (2014), Martinha do Coco na Cultura Popular (2015) e Negra Luz (2019).

Nesse percurso, se fez poeta de sua história de vida; publicou os livros Pedra e Flor, premiado para reedição pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (2009); Arrepios (2012) e 44 Sentímentos (2018). Produz o projeto Slam das 6 em parceria com Lídia Dallet.

Denise Camargo

É uma mulher negra que não alisa os cabelos desde 1987. Carrega na cabeça a senhora das brisas mansas e das grandes tempestades. Nasceu em São Paulo e vive em Brasília desde 2009. Fotografa e cria exposições, curadorias, publicações e produtos socioculturais que procuram reforçar a identidade racial, a tecnologia dos saberes das matrizes ancestrais e as narrativas que têm na imagem fotográfica seu meio e fim. Estuda e pesquisa processos e poéticas artísticas. Graduada em Jornalismo (ECA-USP) e pós-graduada pela Universidade de Navarra, saiu do cotidiano do fotojornalismo e das redações para o mestrado em Ciências da Comunicação (ECA-USP) e, depois, para o doutorado em Artes (IA-Unicamp). No percurso acadêmico, foi docente do Bacharelado e da Pós-graduação em Fotografia no Centro Universitário Senac, em São Paulo, e, atualmente, é docente do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília.

Doutora Edileuza Penha

Pós-doutora em Comunicação, doutora em educação pela UnB, desde os anos 1980 trabalha com educação e relações raciais. Desde 2007 é professora da Universidade de Brasília e desde 2009 tem atuado como professora voluntária da disciplina Etnologia Visual da Imagem do Negro no Cinema (ETNOVIS). Autora e organizadora de vários livros, entre os quais. História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na Escola (organizadora /Co- autora). Editora Ágere Cooperação em Advocacy, Brasília, 2008; Cinema, Negritude e Educação – Caminhos para a implementação da lei 10.639/2003 (organizadora) Volumes I, II e III. Editora Mazza, Belo Horizonte, 2006, 2007 e 2014. E organizadora e autora do livro “Memória, Territorialidade e Experiências de Educação Escolar Quilombola no Brasil”, lançado em 2017 pela Editora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Autora e co-autora de vários artigos sobre cinema negro.

Jessi B

Jéssica Barros (Jessi B) retrata em suas obras um novo lugar onde esse corpo fala e externa suas vontades e subjetividades. Um corpo negro não é um corpo individual. Um corpo negro é sempre plural, fluido, dinâmico, diaspórico e político. A artista tem como principais linguagens a fotografia, a pintura e a tatuagem (especializada em pele negra), transitando por diversas outras no decorrer de sua formação em Artes Visuais na Universidade de Brasília. O trabalho de Jessi B parte da construção de uma identidade corporal e cultural, na qual se posiciona como uma mulher negra diásporica e transita nas questões do feminino, da representatividade e do ser negra no Brasil. Parte da sua vivência pessoal e reflete sua experiência social usando sua imagem, seu cabelo e seu corpo como um instrumento de poder.

Marcus Azevedo

Mestrando em Artes Visuais e bacharel em audiovisual, pela Universidade de Brasília – UnB. É professor da Secretaria de Educação do Distrito Federal, bem como atua em diferentes áreas da produção cinematográfica. Dentre outras realizações, foi técnico de som do documentário Lima (2015) e assistente de fotografia do curta A Hora da Morte (2015), roteirizou e dirigiu o curta-metragem Afronte (2017), premiado em diferentes festivais de cinema bem como o Coelho de Ouro de Melhor Curta-Metragem no Festival Mix de 2017; Prêmio Saruê e Melhor Montagem da Mostra Brasília no 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Trabalhou na produção da Mostra Competitiva de Cinema Negro – Adélia Sampaio em 2017, 2018 e 2019, na produção do documentário Filhas de Lavadeiras (2019). Foi um dos curadores do Festival Universitário de Brasília 2019, Co-dirigiu e roteirizou o curta Rumo (2019) em fase de finalização.

Victor Hugo Leite

Victor Hugo Leite (vhfro) é professor de artes, ator, performer, produtor cultural, poeta e escritor. Bacharel em interpretação teatral e Licenciado em Artes Cênicas pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília (PPG-CEN-UnB), pesquisa imagem, estética, atuação e representação de negras e negros no Audiovisual e no Teatro sob orientação da prof. dra Roberta Kumasaka Matsumoto. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro Físico, Negritude, Teorias do Teatro, Negro nas Artes Cênicas, Imagem do Negro nas Artes Cênicas, Teatro do Oprimido, Arte-Educação, Educação das Relações Étnico-Raciais.
Foi ator no premiado documentário ficcional Afronte com direção de Bruno Victor e Marcus Azevedo.

22 de Novembro às 19h – Teatro Sesc Silvio Barbato

Show dos bailarinos Celly IDD & Rodrigo Leopolldo

Com as participações de Jô Gomes (Danças Afro), Graduada Coral (capoeira) e Petrônio Paixão (Charme – Grupo Pegada Black). Entrada gratuita.

23 de Novembro de 15h às 17h – Sala de Dança

Aulão de Funk e Dança Contemporânea para Crianças

Com os professores convidados Celly IDD (RJ) e Rodrigo Leopolldo (SP). Inscrições gratuitas pelo e-mail: teatrosescsilviobarbato@gmail.com

23 de Novembro às 19h – Teatro Sesc Silvio Barbato

Mostra Coreográfica do 1° Festival Afirmativo de Dança e entrega de certificados.

Participação dos bailarinos selecionados para as oficinas formativas e dos professores Celly IDD e Rodrigo Leopolldo. Entrada gratuita.

Serviço

1° Festival Afirmativo de Dança – O Corpo Negro em Movimento, com Celly IDD (RJ), Rodrigo Leopolldo (SP) e convidados.
Data: de 18 a 23 de Novembro de 2019.
Local: Sesc Setor Comercial Sul. SCS Quadra 02, Bloco C. Ed. Presidente Dutra. Atrás da estação de metrô Galeria, na rua do Bradesco.
Classificação indicativa: Livre
Entrada para painéis formativos e espetáculos: Gratuita
Inscrições gratuitas na aula para crianças pelo e-mail: teatrosescsilviobarbato@gmail.com.
Mais informações: 61 3319 4414

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