EP da banda brasiliense Consuelo


Revigorada e empoderada pelas forças femininas, Consuelo surge em 2016. Guiada pelos influxos de suas andanças pela América do Sul, do folclore brasileiro, do underground roqueiro e dos mistérios e feitiçarias da natureza, ela apresenta suas magias sonoras.

Ao vivo, destila sua alma cigana através dos ritmos latino-americanos, folk espanhol, rock e experimentações nos arranjos. Consuelo é o alter ego de Claudia Daibert e é sua mais nova imagem musical. A cantora brasiliense fez estrada com a extinta banda Casa de Farinha – com a qual foi vencedora do Prêmio TIM da Música Brasileira (2005) e ainda circulou em turnês por todo o Brasil, Uruguai e França até 2009.

Hoje, seu timbre certeiro se une ao baixo de Vavá Afiouni (Passo Largo), ao violão de João Ferreira (Natiruts), aos sopros de Esdras Nogueira (Móveis Coloniais de Acaju), guitarra de Marcus Moraes (Passo Largo) e bateria de Thiago Cunha (Passo Largo). E assim, com um pé no Cerrado e outro no mundo, nasce Consuelo.

Seu EP de estreia foi lançado digitalmente em 02 de dezembro. O disco homônimo de 4 faixas, está em todas as plataformas de compra de música digital e streaming.

O repertório do EP Consuelo já vem sendo apresentado durante todo o ano de 2016, nos principais festivais do DF (como Satélite061, Móveis Convida, PicniK) e casas de shows da capital federal. Em novembro, a banda estreou nos palcos de São Paulo, com 3 shows na capital paulista.

Consuelo – voz e castanholas
Navalha – baixo
Juan – violão
Rufus – sax e flauta
Severo– bateria
Bebe Legal – guitarra

Assista

“Pangaré” (Vavá Afiouni) – https://www.youtube.com/watch?v=LClWCBMULJk
“Loca” (Chico Trujillo) – https://www.youtube.com/watch?v=OF23o6fFymQ
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Biografia Claudia Daibert

ClaudiaDaibert é uma compositora e intérprete, que em 2016 traz à tona tudo o que queria apresentar, mas que estava guardado durante um período em que passou afastada dos palcos – e imersa no meio cinematográfico.

A mulher que hoje personifica Consuelo é brasiliense. Ela iniciou sua estrada artística aos 18 anos tocando bateria e cantando reggae, até que o regional falou alto: o baião, os frevos e maracatus surgiram para a cantora que virou solista de bandas como As Minas do Rei Salomão e Trio Perfumado, que animaram por anos os bailes de forró da capital do país.

Em sua constante evolução musical, Claudia(que estudou canto e percussão popular na Escola de Música de Brasília) agregou a seus interesses as músicas de vanguarda e as batidas eletrônicas. E, sem perder sua brasilidade, se inseriu em trabalhos mais experimentais da música autoral brasileira como as bandas Toró de Palpite e Cachorros das Cachorras. Até que engrenou com a banda Casa de Farinha, com a qual foi vencedora do Prêmio TIM da Música Brasileira (2005) e ainda circulou em turnês por todo o Brasil, Uruguai e França até 2009.

Em paralelo a isso tudo, Claudia foi produtora cultural e co-criadora do coletivo Criolina, que segue há mais de 10 anos com excelência no cenário musical de Brasília.

Passado esse período, Claudia Daibert mudou-se de cidade e também de ofício. Em São Paulo, como muito bem sucedida produtora de cinema, TV, publicidade e conteúdo, e ainda como chefia da “filial” da Criolina em SP, Daibert viajou o mundo em grandes produções, sem, no entanto, abdicar por completo de sua faceta musical. De 2009 até 2013, Claudia serviu como ogã (tocador de atabaque) no terreiro de umbanda que frequentava, uma feliz exceção à regra que a permitiu aprimorar constantemente o seu suíngue e sua ligação com a música, tendo em vista que o trabalho do ogã geralmente é exercido por homens.

Em 2016 Claudia cria seu alter ego, Consuelo,e vem acompanhada por músicos da mais alta estirpe. A cantora de voz potente nos desperta com canções autênticas além de interpretações cabulosas de músicas inesperadas. Consuelo comanda, junto de Vavá Afiouni (Jet Sambas, Passo Largo) Esdras Nogueira (Móveis Coloniais de Acaju, Esperando Rei Zula), João Ferreira (Natiruts) e Thiago Cunha (Passo Largo) o que não sabemos se é música latina, rock, ou música brasileira e nos agracia como uma imprescindível novidade.

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