Retrospectiva #EmCasaComSesc convida o público a ver ou rever shows, espetáculos de teatro e dança e atividades para as crianças, a partir de conexões e eixos temáticos encontrados entre as mais de 400 apresentações, que registram mais de 13,5 milhões de visualizações, incluindo #Dança, indicada ao Prêmio APCA.

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Enquanto o #EmCasaComSesc não estreia em 2021, com os espetáculos transmitidos ao vivo direto das unidades do Sesc na capital paulista, sem a presença de público na plateia e seguindo todos os protocolos de segurança, intercalados com lives realizadas na casa dos artistas ou em estúdios de trabalho, no YouTube do Sesc São Paulo (@sescsp) e na página do Sesc Ao Vivo no Instagram (@sescaovivo), o público pode conferir uma retrospectiva das apresentações que passaram pela programação no ano passado. A seleção pode ser acessada por meio do portal da instituição ( sescsp.org.br/online/artigo/15038_RETROSPECTIVA ) e do Instagram ( instagram.com/ sescaovivo ).

As 15 playlists do #EmCasaComSesc foiram criadas pela equipe curatorial do Sesc São Paulo conectam eixos temáticos encontrados em shows, peças teatrais, espetáculos de dança e atividades para as crianças, possibilitando a descoberta de novos universos artísticos.

Em #Música, há retrospectivas para quem quiser cair no Samba – que reúne as apresentações do grupo Samba de Dandara com Graça Braga e Raquel Tobias, de Moacyr Luz e de Leandro Lehart, só para citar alguns-, aos amantes do Rock – com os shows de Arnaldo Antunes, Paulo Miklos e da banda Carne Doce, dentre outros – e a seleção Em Família, que destaca artistas que se apresentaram com seus familiares, como músicos irmãos, casais e pai e filho, nos mais variados estilos musicais – como o show de Marcos Valle, com participação de Patrícia Alví, o de Paula e Jaques Morelenbaum com Dora Morelenbaum e Lucas Nunes e o de Francis e Olívia Hime.

Em #Teatro, há uma playlist de espetáculos protagonizados por Artistas Veteranos, cujas trajetórias se confundem com a história das artes cênicas, do cinema e da televisão no Brasil – a exemplo de Renato Borghi em “Borghi em Revista – Origens”, espetáculo com roteiro e colaboração de Elcio Nogueira Seixas.

Outra opção é a seleção Medeias, com montagens que recriam e revisitam sob diferentes pontos de vista a história da potente figura feminina da tragédia grega de Eurípides, Medeia – como “Medea Mina Jeje”, com Kenan Bernardes, entre outros.

A seleção Criações da Casa traz um conjunto de espetáculos adaptados por artistas que buscaram repensar e ressignificar o que é fazer teatro de casa, e como é possível estar junto neste período de isolamento social – como em “Mãe Coragem”, com Bete Coelho.

Fechando as playlists de #Teatro, em Ausências, o público pode ver ou rever peças de diferentes estilos que olham de forma poética para a solitude. Sentimentos como a ausência e a solidão ganharam outros contornos com o isolamento social, a exemplo do que o ator Chico Díaz trouxe em “A Lua Vem da Ásia”.

Entre as seleções para o público infantil e família do #Crianças, destaque para a lista de lives nas categorias Dança, com espetáculos que deixaram a palavra de lado para dar lugar ao lúdico, por meio do circo, da dança e de outras formas corporais de expressão – como em “Presente! Feito da Gente”, com a Balangandança Cia. -, Bonecos, com montagens repletas de música, humor e palhaçadas com bonecos, fantoches e marionetes – a exemplo de “Simão e o Boi Pintadinho”, com Mestre Valdeck de Garanhuns -, Literatura, com peças que homenageiam célebres escritores – como em “Dom Quixote”, com a CIA UM – e Negritude, com obras que abordam o empoderamento de crianças negras e tratam de ancestralidade e racismo – como em “O Black Power de Akin”, com Kiusam de Oliveira.

Já pela programação de #Dança, o público pode ver ou rever os espetáculos que refletem sobre o contexto do distanciamento social devido à pandemia, na categoria Isolamentos – a exemplo de “Cartas para um Outro Tempo”, com a São Paulo Companhia de Dança -, conferir coreografias e performances de diferentes vertentes da dança que abordam as poéticas dos corpos negros, em Danças Negras – como em “Subterrâneo”, com Gumboot Dance Brasil – ou Grandes Trajetórias, que homenageia artistas com mais de 20 anos de carreira, de diferentes vertentes da dança contemporânea – a exemplo de Suely Machado em “Projetando Memórias”.

Vale ressaltar que o Dança #EmCasaComSesc foi indicado ao Prêmio APCA 2020 (Associação Paulista dos Críticos de Arte), na categoria “Ações de Sustentabilidade”, e os espetáculos “Makhala”, com Rubens Oliveira, “Paz e Amor”, com Marcia Milhazes Cia de Dança, e “Solos de Laje”, projeto idealizado pelo grupo Zumb.boys, que integraram a programação, também foram indicados ao prêmio, na categoria “Criação” – e estão disponíveis no canal do YouTube do Sesc São Paulo .

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