Dramaturgia aberta em PARA MAHAL


COLETIVO TOMBADO apresenta dramaturgia aberta em PARA MAHAL, adaptação da obra de Hilda Hilst com participação do público e de internautas ao vivo

“Para onde vão os trens meu pai? Para Mahal, Tamí, para Camirí, espaços no mapa, e depois o pai ria: também para lugar algum meu filho, tu podes ir e ainda que se mova o trem tu não te moves de ti”
(Hilda Hilst – Tu não te moves de ti)

Metrô, teatro e até um barco, espaços distintos que permitem interações distintas. E que se transformam em palco para um espetáculo teatral diferente do comum. Em vez de somente os atores contracenarem entre si, o público também fará parte da montagem aberta na história de Para Mahal, inspirada na obra “Tu não te moves de ti”, da escritora Hilda Hilst. A incerteza da escrita da autora se soma a uma encenação que fortalece um sentimento sobre qual destino terá cada ato, cada movimento da trama. Esse é o diferencial da montagem.

Para Mahal é a mais recente montagem do Coletivo Tombado, grupo que investiga as possibilidades da dramaturgia aberta desde 2011, quando encenaram Para onde vão os trens?,inspirado também na obra Tu não te moves de ti, de Hilda Hilst.
A dramaturgia aberta é uma poética que permite a flexibilização do texto e a ampliação dos atuantes no jogo cênico. A partir da interação com o público, surge necessariamente um ‘novo’ texto cênico originado da resposta do espectador.

Para Mahal é concebido por uma mescla de linguagens: literária, cênica, musical e audiovisual, com projeções e captação ao vivo. E não é só o espectador presencial que participará do espetáculo. A peça também será transmitida via internet e o internauta poderá participar da dramaturgia por meio de um chat. “O ponto de partida é o estímulo para participação da plateia. O que ocorre depois é resultado do jogo de interpretação dos atores com os espectadores”, explica Márcio Menezes, diretor do espetáculo e coordenador do Coletivo Tombado.

Além desses aspectos, o grupo investe em experimentação artística com parceria de outros artistas e coletivos, como o CEDA (Centro de Estudos de Dramaturgia Aberta), o Sistema Criolina (discotecagem), o ME VER (Tecnologia da Informação, Interatividade e Videoarte), Mateus Ferrari, Lucas Muniz e Hélio Miranda (música ao vivo) e Raquel Rosildete (Arquitetura e Designer de Luz).

“A montagem desse espetáculo, genuinamente brasiliense, promove ações de difusão das artes cênicas produzidas na capital. O Coletivo Tombado investe na descoberta de novos percursos cênicos, a partir da criação de obras abertas e relacionais”, comenta Márcio Menezes.
Para Mahal tem patrocínio do Fundo de Apoio a Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).

Sobre o Coletivo Tombado

O Coletivo Tombado surgiu em 2011 a partir do espetáculo Para onde vão os trens?, inspirado na obra Tu não te moves de ti, de Hilda Hilst.
Formado por Alexandra Medeiros, André Araújo, André Reis, Camila Guerra, Mateus Ferrari, Tatiane Ramos e Márcio Menezes, o Coletivo Tombado busca levar ao público experimentações a partir da intersecção de linguagens artísticas em diálogo com o público.
Em 2013, o grupo montou o seu segundo espetáculo, Palácio de Tábuas, no Catetinho. Em 2014, fez seu terceiro sobre a história de Brasília em outro espaço museal: o Museu Vivo da Memória Candanga. Nos dois trabalhos, o grupo alcançou cerca de 10 mil espectadores.

Serviço

1o de maio – Feriado do Dia do Trabalhador -17hs
2 e 3 de maio – 19hs
Metrô Terminal Samambaia – Plataforma superior
Entrada Franca

11 A 15 de MAIO – 20HS
Teatro Newton Rossi – Sesc Ceilândia
Entrada Franca

24 A 26 de MAIO – 21HS
Barco Laguna Flutuante
SCES Trecho 2 Lote 25 – Na orla da Ponte JK
Ingresso:
Meia – R$15,00
Inteira – R$ 30,00
sujeito à lotação
informações via whatsapp (21) 992654242

Ficha Técnica

Direção Geral: MÁRCIO MENEZES
Direção musical: MATEUS FERRARI
Elenco: ALEXANDRA MEDEIROS, ANDRÉ ARAÚJO, ANDRÉ REIS, CAMILA GUERRA, MATEUS FERRARI E TATI RAMOS
MÚSICOS: MATEUS FERRARI, HÉLIO MIRANDA E LUCAS MUNIZ
Cenografia e Figurino: MAÍRA CARVALHO e QUARTINHO Direções Artísticas
Discotecagem: OPS / SISTEMA CRIOLINA
Projeções e interatividades virtuais: GUILHERME CARVALHO, HIERONIMUS DO VALE, NINA ORTHOF / ME VER
Iluminação: RAQUEL ROSILDETE
Preparação física: CRISTIANO SANGEON E PRISCILA TEODOSIO
Assessoria de Imprensa: TATO COMUNICAÇÃO
Design: RAFAEL OPS
Preparação Vocal: WILZY CARIOCA
Produção: ANA WADOVSKI

Anterior Fotos inéditas de Brasília
Próximo Panapanã – Teatro para Bebês