De perto, a mostra coletiva que a Referência Galeria de Arte apresenta na edição da SP-Arte Viewing Room de 9 a 13 de junho, apresenta ao público a produção de artistas visuais brasileiros contemporâneos que refletem sobre o momento em que o mundo, em especial o País, se encontra.

A exposição apresenta obras de Alice Lara (pintura), Carlos Vergara (pintura), Christus Nóbrega (técnica mista), Clarice Gonçalves (pintura), Claudio Tozzi (pintura), João Angelini (pintura estratigráfica), José Roberto Bassul (fotografia), Luiz Aquila (pintura) Pedro Gandra (pintura), Ralph Gehre (pintura), Raquel Nava (pintura), Rogerio Ghomes (fotografia), Veridiana Leite (pintura) e Virgílio Neto (desenho). A feira acontece em ambiente online no site www.sp-arte.com/viewing-room.

Os trabalhos que fazem parte desta coletiva foram selecionados pela galerista Onice Moraes em conjunto com os artistas. A mostra exibida na SP-Arte Viewing Room é o resultado de uma relação duradoura com os artistas representados e o acompanhamento constante de suas produções. De perto é uma reflexão e uma resposta estética ao momento histórico que vivemos. Alguns trabalhos são inéditos e foram produzidos no período da pandemia. Outros, são de anos anteriores, mas se relacionam fortemente com as origens da questões sócio-políticas que emergiram de forma mais contundente nos últimos meses.

Para auxiliar os colecionadores para conhecer mais sobre a produção dos artistas, foram disponibilizadas informações sobre os artistas como: Textos críticos, curatoriais e currículos de artistas; vídeos sobre obras, conversas com artistas e curadores e visitas virtuais aos ateliês. A Referência Galeria de Arte fica em Brasília – DF, na CLN 202 Bloco B Loja 11, Asa Norte. Telefones (+55 61) 3963-3501 e WPP (+55 61) 98162-3111. E-mail referenciagaleria@gmail.com.  O acervo e as informações sobre os artistas representados estão disponíveis também no site referenciagaleria.com.br.

Sobre os artistas

Alice Lara nasceu no Distrito Federal, mais precisamente na cidade satélite de Taguatinga e Vicente Pires. Atualmente vive e trabalha em São Paulo. Graduou-se em Artes Visuais em licenciatura e bacharelado pela Universidade de Brasília. Mestranda em poéticas visuais na ECA – USP. Sua pesquisa, na linguagem pintura, investiga a representação de animais, suas relações com os seres humanos e como essas relações afetam ambos. Para isso tem executado pesquisas em reservas florestais, parques, zoológicos e bancos de imagens. Em sua carreira participou de diversos salões no país como o Salão de Abril em Fortaleza em 2010, o Salão de Anápolis em 2011 e 2014 o Arte Londrina em 2019. Foi premiada em 2012, no Arte Pará e em 2016 no Salão de Anápolis. Realizou as seguintes individuais: 2016 – “Ponto de Convergência” na Galeria Antonio Sibassoly em Anápolis; 2013 “Entre Artistas” no ECCO – Espaço Cultural Contemporâneo, em 2013; “Amores Perros” no Espaço Cultural do Cervantes de Brasília; 2013 “Falso mundo maravilhoso”, no MUnA – Museu Universitário de Uberlândia; em 2019 “As ordens no paraíso”, no Paço das Artes em São Paulo e em 2020 apresentou a segunda edição dessa mesma exposição. Ainda em 2020 realiza mais uma individual no Centro Cultural São Paulo. Uma obra da série “As duas histórias da carne” foi adquirida para a coleção do Museu de Arte do Rio. Em 2020 foi indicada ao prêmio PIPA.

Carlos Vergara é um dos artistas brasileiros mais relevantes em atividade. Com uma trajetória que tem início no começo dos anos 1960, Vergara faz parte da história da arte no Brasil. Sua obra passou por diversas fases ao longo dos últimos 50 anos, desde o começo no qual flertava com uma dimensão pop, passando pelas conhecidas fotografias provenientes da imersão no bloco Cacique de Ramos, até uma volta para pintura na qual a técnica da monotipia torna-se fundamental. Até hoje experimentando novos modos de colocar no mundo o seu programa poético, Carlos Vergara consolida, ano após ano, uma investigação que une eloquência plástica e rigor conceitual.

De João Pessoa, Paraíba, Christus Nóbrega é artista e professor adjunto do Departamento de Artes Visuais (VIS), do Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília (UnB). Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos cursos de Pós-Graduação em Artes da mesma instituição. Vem participando regularmente de exposições nacionais e internacionais em espaços públicos e privados tais como: Centro Cultural do Banco do Brasil, Museu de Arte do Rio, Museu Nacional, Palácio das Artes, Centro Cultural Elefante, Paço das Artes, Centro Cultural dos Correios, Santander Cultural, Fiesp, Centro Cultural Oi Futuro, entre outros. Tem obras em acervos e coleções privadas e institucionais, a exemplo da Fondation Cartier – Paris, no Museu de Arte do Rio (MAR) – Rio de Janeiro, no Museu Nacional – Brasília, no acervo do Itamaraty e na Central Academy of Fine Arts – Pequim. É autor de livros e artigos científicos na área de artes e arte/educação. Indicado ao Prêmio Pipa (2017) e premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004). Em 2015 representou o Brasil na China, pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA).

Nascida no Distrito Federal, Clarice Gonçalves é graduada em Artes Visuais pela UnB em 2008. Sua pesquisa passeia entre a socialização feminina, a sexualidade e a maternidade. Foi premiada em 2008 no 13º salão dos Novos Artistas, com curadoria de Cauê Alves, Fernando Lindote e Ricardo Basbaum. Em 2010, o Diploma de Excelência no 9th female artist’s art anual award – Art Addiction online Gallery – London. 2012 foi o ano de sua primeira individual em São Paulo. Em 2013, participou de mostras em Londres e Nova York, e de feiras no Rio (Artigo) e em São Paulo (Parte) e na mostra “Acercamientos”, paralela à 12ª Bienal de Havana, Cuba em 2015. Em 2014 lançou o livro “Clarice Gonçalves – O som do silêncio”, pela editora Briquet de Lemos, com curadoria e textos de Graça Ramos e também textos de Juliana Monachesi e Mário Gioia. Em 2016 foi selecionada para o prêmio Vera Brandt. Clarice participou das mostras coletivas em Brasília como a mostra “Rumor”, na Caixa Cultural Brasília, com curadoria de Yana Tamayo, em janeiro de 2020, e, em 2014, a mostra “Figura Humana”, com curadoria de Raphael Fonseca, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro. Em 2019, foi selecionada para o Salão Mestre D´Armas em Planaltina, DF, e idealizou e executou o projeto “Matriz”, composto de uma mostra individual da artista apresentando obras sobre seu puerpério, com curadoria de Cinara Barbosa. Em paralelo, realizou a orientação, o acompanhamento e a curadoria de um ateliê convocado por edital aberto para artistas mães convidadas a produzir sobre a temática de suas vivências com a maternidade, os trabalhos resultantes foram então expostos paralelamente à mostra no Museu Nacional da República. Mais recentemente, foi convidada a compor a mostra “Transatlántica – Pintura Brasileña Contemporánea” no Instituto de América, Centro Damián Bayón em Santa Fé, Granada, Espanha, com curadoria de Aldones Nino e Joyce Delfim. Suas obras estão presentes em coleções privadas e públicas como: Casa das Américas, em Havana-Cuba, no acervo do Museu de arte de Joinville, SC, na Galeria de Arte da Universidade de Goiás (FAV), GO. Vive e trabalha em Taguatinga.

Cláudio Tozzi é professor doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Participou das Bienais de São Paulo, Veneza e Paris e de diversas exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, dentre elas The World Goes Pop na Tate Modern (Londres) e International Pop no Philadelphia Museum of Art. Possui obra no acervo permanente do MASP. Vive e trabalha em São Paulo.

João Angelini mora em Planaltina, na periferia rural de Brasília. A cidade é uma fonte de imagens, situações e informações para muitas de suas obras. Seu trabalho tem como enfoque as questões processuais, as reflexões dos modos de fazer, os limites e as convergências de linguagens e técnicas artísticas. Suas pesquisas se desdobram em diversos meios como gravura, pintura, teatro, fotografia, vídeo, música, animação e performance. Muitas de suas obras mesclam métodos e suportes. O que de fora parece muita informação para lidar e poderia gerar confusão, para ele não é. “Tenho uma cabeça que separa as linhas de produção”, esclarece. Além de sua produção individual, o artista fez parte do coletivo EmpreZa, grupo de performance, e atua como professor.

Arquiteto e fotógrafo, José Roberto Bassul nasceu no Rio de Janeiro e vive em Brasília. Sua fotografia volta-se para a arquitetura, a paisagem urbana e para aspectos contemporâneos da vida nas cidades. Define seu trabalho como “a tentativa de desenhar pensamentos, de projetar desejos, de construir espaços para a imaginação”. Periodicamente ministra cursos e oficinas sobre “fotografia autoral de arquitetura”. Recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, entre os quais o 1° lugar no International Photography Awards – IPA 2018, além de medalhas de ouro no Prix de la Photographie Paris – PX3 2016 e 2017 e no Moscow International Foto Awards – MIFA 2019, e de prata e bronze no Tokyo International Foto Awards – TIFA 2018. Publicado em revistas especializadas no Brasil, França, EUA, Inglaterra, México, Argentina e Itália, seu trabalho tem sido frequentemente exposto em festivais, galerias e museus, em cinco mostras individuais e dezenas de exposições coletivas no Brasil e no exterior. Em 2018 publicou o fotolivro “Paisagem Concretista”, já esgotado, e, em 2021, “Sobre Quase Nada”, seu segundo fotolivro. Tem obras nas Coleções Joaquim Paiva, Sérgio Carvalho, Ricardo Brito, Paulo Setúbal, Fernando Bueno, e outras importantes coleções privadas, e nos acervos do Museu Nacional da República, em Brasília, e do MAR – Museu de Arte do Rio de Janeiro.

Luiz Aquila criou na pintura, no desenho e na gravura. Também foi professor e diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde exerceu grande influência sobre a Nova Pintura Brasileira, Geração 80. Nasceu em 27 de fevereiro de 1943, no Rio de Janeiro, e iniciou-se nas artes através de seu pai, o artista plástico e arquiteto Alcides da Rocha Miranda. Foi aluno de Aluísio Carvão, pintura, no MAM-RJ e de xilogravura de Oswaldo Goeldi na Escola Nacional de Belas Artes. Frequentou cursos livres na Universidade de Brasília (UnB), foi bolsista do Governo Francês em Paris, do British Council em Londres, e da Fundação Gubekian em Lisboa e Évora. Ao longo da carreira, participou de mais de 200 exposições (individuais e coletivas) no Brasil e no exterior, e foi chamado pelo crítico Frederico Morais de “herói de sua própria pintura”. Participou da 17ª, 18ª e 20ª Bienal Internacional de São Paulo em 1983, 1985 e 1989, respectivamente e também da Bienal de Veneza. Em 1988, transferiu-se para Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Em 1992, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) e, em 1993, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) realizaram mostras retrospectivas de seu trabalho. Em 2003, exposição individual no Museu de Arte Contemporânea (MAC-Niterói). Em 2013, o artista comemorou cinco décadas de trajetória com uma grande retrospectiva no Paço Imperial. E em 2019 realizou no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) a individual “Luiz Aquila III Milênio – criação em aberto”.

Pedro Gandra nasceu no Rio de Janeiro e atualmente reside em Brasília. Frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro e desde 2011, participa de exposições em instituições e galerias como: Centro Cultural São Paulo/SP, Museu Nacional de Brasília, Galeria do Lago do Museu da República/RJ, Museu Nacional dos Correios/BSB, Martha Pagy Escritório de Arte, Galeria Largo das Artes/RJ, Referência Galeria de Arte/BSB e Baró Galeria/SP, entre outros. Sua investigação se desenvolve a partir de algumas referências, sejam fotografias coletadas ou esquematizadas, escritos e anotações em torno de observações diversas, que registrados e acumulados ao longo do tempo servem como um norte para o desenvolvimento da sua investigação poética. Em seu trabalho, propõe articular tais referências dentro do campo da pintura. Em 2011 foi Menção Especial do Júri no X Prêmio de Arte Contemporânea do Iate Clube de Brasília e foi selecionado para o Prêmio Instituto Brasileiro de Museus de Arte Contemporânea; em 2016, foi selecionado para o 44º Salão de Arte Luiz Sacilotto, Santo André/SP e foi o 3º Premiado no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea/BSB; em 2017, foi vencedor do Garimpo da Revista DasArtes; em 2018, foi selecionado no Arte Londrina 7/PR; e em 2019, foi indicado ao Prêmio PIPA e finalista do PIPA online.

Ralph Tadeu Gehre nasceu no Mato Grosso do Sul, em 1952, vive e trabalha em Brasília desde 1962, onde realizou sua primeira exposição como artista plástico em 1980, na Galeria A da FCDF. Cursou Arquitetura e Urbanismo e Desenho e Plástica na UnB no período entre 1972 e 1980. Seu trabalho inclui pintura, diversas mídias gráficas, desenho e fotografia, pesquisando composição, processo de leitura e as relações entre imagem e palavra, em busca de uma natureza da pintura. Artista indicado ao Prêmio PIPA 2020, realizou inúmeras mostra individuais, entre elas: “Jogo de Simples”, Referência Galeria de Arte, Brasília-DF, e “Breves”, Andrea Rehder Arte Contemporânea, SP, ambas em 2019; participa da SP-Arte, stand Referência Galeria de Arte desde 2016; participou de diversas mostras coletiva, entre elas “Vértice” – coleção Sérgio Carvalho Museu dos Correios, núcleo “Relatos”, curadoria Marília Panitz, Brasília-DF, Rio de Janeiro-RJ e São Paulo-SP; “Possíveis geometrias”, Museu da República, Brasília-DF; “Ondeandaaonda”, Espaço Cultural 508 Sul, Brasília-DF; exposição coletiva itinerante “ATHOS 100 ANOS – Rastros de Athos”, curadoria Marília Panitz Silveira e André Severo, CCBB Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro; exposição coletiva “OBRANOME”, curadoria Wagner Barja, galeria do Mosteiro de Alcobaça, Portugal, 2014; coletiva “Linguagem Codificada”, Paradigmas Galeria, Barcelona, Espanha, 2012. Tem obras incluídas no acervo do MAR, Museu de Arte do Rio, RJ; MUN – Museu Nacional da República, Brasília – DF; MAC, Goiânia – GO; MAB, Brasília – DF; MASC, Florianópolis – SC e FUNARTE, Rio de Janeiro – RJ.

Raquel Nava investiga o ciclo da matéria orgânica e inorgânica em relação aos desejos e hábitos culturais, usando taxidermia e restos biológicos de animais justapostos a materiais industrializados em suas instalações, objetos e fotografias. A variação cromática com a qual trabalha nos objetos e fotografias, se aproxima da paleta utilizada na sua produção de pintura. A diversidade de sua produção está nos experimentos com técnicas e materiais, mas sempre surge uma referência aos órgãos ou aos organismos. Formou-se em artes visuais pela Universidade de Brasília (2007), obteve título de mestre em Poéticas Contemporâneas pela mesma instituição (Bolsa Capes 2010-12) e foi aluna da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires (2005). Trabalhou como professora de licenciatura em Artes Visuais da Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB (2010-2017). Expõe com regularidade desde 2006, tendo realizado mostras no Brasil e no exterior. Em 2016 teve o projeto “Taxidermia Contemporânea: transformações e apropriações de Pesquisa e Residência Artística” contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura/DF- Brasília. Foi indicada ao Prêmio Pipa 2018 e ao Prêmio Indústria Nacional Marcantônio Vilaça 2019. Vive e trabalha em Brasília.

Rogério Ghomes é doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP e mestre em Design pela UNESP. Docente no Departamento de Design na Universidade Estadual de Londrina UEL. Contemplado no Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais [2015] com o projeto Campo Expandido: narrativas da imagem e no Conexão Artes Visuais MinC/Funarte/Petrobras [2013] com o projeto “Campo Expandido: a convergência das imagens”. Finalista Prêmio PIPA 2012. Prêmio Brasil Arte Contemporânea na ARCO-Madrid 2010. Participou de inúmeras exposições nacionais e internacionais, cabe destacar as individuais: “Quando tudo deixar de ser”, Galeria Referência, Brasília, DF. “Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui”, Divisão de Artes Plásticas da Universidade Estadual de Londrina ( DaP /UEL); “Não Confie na sua memória”, Centro Cultural SESI/AML Londrina PR; “Donde estoy, estoy a esperarte”, Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP); “Encuentros Abiertos” Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires; “Território Ocupado”, Paço das Artes, São Paulo,SP; “Foto livros ibero americanos”, Lisboa, e “Silver Night of Projections Encontros da Imagem”, Braga, Portugal; “Luz versus Luz”, Bienal Internacional de Curitiba; Coleção Pirelli de Fotografia, Museu de Arte de São Paulo (MASP); III e II Bienal Internacional de Fotografia Cidade de Curitiba; “Nefelibatas”, Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM SP); “Ponto Cego”, Museu da Imagem e do Som (MIS SP); Panorama de Arte Brasileira Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM SP); e VI Bienal de Havana.

Veridiana Leite (Ribeirão Preto, 1979) é formada em Comunicação Social pela ESPM (São Paulo), em Artes Visuais pela Escola Massana (Barcelona) e pós-graduada em Teatro do Sentidos (Universidade de Girona). A pintura é seu principal meio de expressão, mas trabalha também com escultura e fotografia. Fez residências artísticas em Berlim, na Tailândia, Rio de Janeiro e Lisboa. Participou do 36º SARP (Ribeirão Preto, 2012) e do Programa de Exposições do Museu de Arte de Ribeirão Preto (2019). Entre suas mostras coletivas constam “Nowhere“ (Lisboa), “Black Tie” (Espaço Cultural do BNDES, 2013), Catarse (Fábrica Bhering RJ, 2014). Realizou a exposição individual “Azul” na galeria Adearte, (Ribeirão Preto, 2013). Vive e trabalha entre São Paulo e Lisboa.

Virgílio Neto é artista visual e desenvolve seu trabalho explorando a linguagem do desenho. Desde de 2008 tem participado constantemente de exposições em instituições de arte, galerias e espaços independentes em várias cidades do Brasil. Em 2011 foi selecionado para participar do projeto “Rumos”, do Itaú Cultural. Em 2012 ficou em primeiro lugar no Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake, também no mesmo ano teve seu livro “Talvez o Mundo Não Seja Pequeno” publicado pela Bolha Editora. Em 2013 realizou duas exposições individuais: “The White Crash”, no Banff Centre no Canadá; e “Ausente Presente”, pelo Prêmio de Arte Contemporânea da Funarte em Brasília. Em 2014, foi indicado pela segunda vez ao Prêmio Pipa Investidor de Arte. Em 2016 foi um dos ganhadores do Prêmio Transborda Brasília. Em 2019 participou da Temporada de Projetos do Paço das Artes em São Paulo com uma exposição individual. Foi um dos sócios fundadores do Espaço Cultural Laje, em Brasília, que funcionou de 2011 a 2015 e posteriormente sócio fundador do Espaço BREU em São Paulo em 2018.

Serviço:

De perto | Referência Galeria de Arte | SP-Arte Viewing Room
Mostra coletiva online com obras de Alice Lara, Carlos Vergara, Christus Nóbrega, Clarice Gonçalves, Claudio Tozzi, João Angelini, José Roberto Bassul, Luiz Aquila, Pedro Gandra, Ralph Gehre, Raquel Nava, Rogerio Ghomes, Veridiana Leite e Virgílio Neto

Onde | www.sp-arte.com/viewing-room

Quando | De 9 a 13 de junho
24h por dia
Entrada | Gratuita e livre para todos os públicos

Referência Galeria de Arte

Visitação | De segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 15h
Endereço | CLN 202 Bloco B Loja 11 – Subsolo
Asa Norte – Brasília DF
Telefone | (61) 3963-3501
Wpp | +55 61 98162-3111
E-mail | referenciagaleria@gmail.com
Facebook | @referenciagaleria
Instagram | @referenciaarte

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