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Conhecendo a metrópole paulista em livros e filmes

Conhecendo a metrópole paulista | Foto: Ilustrativa

Conhecendo a metrópole paulista: 5 livros, filmes e obras que contam a história da cidade. São Paulo é admirada por todo o país; conheça algumas produções culturais que contam sua história

A capital paulista é uma cidade cheia de histórias, para onde as pessoas vêm para buscar novas oportunidades e melhorar de vida. Geralmente, chefes de família vêm dos interiores, compram uma passagem BH SP, por exemplo, para começarem a vida nessa metrópole. Mas há também famílias que nasceram e cresceram na cidade que nunca dorme.

Trabalho e diversão sempre andaram juntos nessa grande capital, o que fica claro em diversas produções culturais sobre a região. Existem alguns filmes, livros e obras que contam a história de São Paulo, perfeitos para pessoas que buscam conhecer mais sobre a cidade.

Se você faz parte deste grupo, continue acompanhando o texto e confira nossas recomendações sobre a maior metrópole do Brasil.

Livro “A capital da solidão”, de Roberto Pompeu Toledo

Entre os mais variados paradoxos da cidade de São Paulo, um dos maiores é o que liga o seu presente com o passado. Apesar de ser veloz e trepidante nos dias de hoje, a metrópole nasceu fora do alcance dos navios portugueses e escondida pela serra do mar.

Dessa forma, o jornalista Roberto Pompeu definiu São Paulo em seu livro, mergulhando a fundo durante quatro anos numa pesquisa acurada para reconstruir a história da primeira vila do interior no Brasil, até chegar a ser considerada uma metrópole em 1900.

Tudo isso é apresentado em uma narrativa envolvente, na qual o leitor é convidado a conhecer momentos incríveis da trajetória da cidade. Vale a pena a leitura.

Edifício Itália – Avenida Ipiranga, 344

Mais do que apenas conhecer a cidade de São Paulo nos livros, é possível também visitar lugares que contam sua história de uma maneira gentil e impecável. Um desses lugares é o Edifício Itália, localizado na Avenida Ipiranga.

Sede do Circolo Italiano no Brasil, o prédio abriga um restaurante no terraço – o conhecido Terraço Itália – e uma bela galeria de arte. Sua construção é considerada um dos maiores símbolos de crescimento e ascensão dos imigrantes italianos durante o século XX, quando o grupo chegou à classe média paulistana.

Filme “Cidade oculta” (1986)

O filme de Chico Botelho conta a história da cidade por meio de diversas referências aos quadrinhos e influências noir, contrastando com locações que privilegiam a arquitetura modernista paulistana. A produção é considerada pela crítica como um dos filmes mais emblemáticos já feitos na grande metrópole paulista.

Ambientado nas noites paulistanas, o filme conta a história da dançarina Shirley Sombra, interpretada por Carla Camurati, que se envolve com o bandido Anjo, vivido por Arrigo Barnabé. Ator e músico, Barnabé assina também a trilha do filme.

Livro “Saudades de São Paulo”, de Claude Lévi-Strauss

“Uma cidade em que o gado convivia com os carros nas ruas; construções moderníssimas despontavam no topo das colinas rústicas; lençóis caseiros pendurados no varal formavam o primeiro plano para o imponente edifício Martinelli”: essa era a visão de Claude Lévi-Strauss, autor de “Saudades de São Paulo”.

O jovem professor aproveitou suas horas vagas para registrar momentos fascinantes entre 1935 e 1937, quando veio para trabalhar na USP.

Além disso, o antropólogo escreveu um depoimento memorável na década de 1990, em que revisita essas imagens a partir de um diálogo estabelecido com o arquiteto Ricardo Mendes. Na época, Ricardo trabalhava na Divisão de Pesquisas do Centro Cultural de São Paulo.

Livro “São Paulo, cidade invisível”, de Marcílio Godoi

O conteúdo desse livro trata a metrópole como a grande paixão de seu autor. O encantamento mais puro do livro não é tudo que Marcílio apresenta com a obra, mas ela se monta a cada cena, em cada personagem.

De fato, é possível esperar até as últimas linhas deste livro para perceber uma crítica inquietante e sutilmente organizada. Sempre solidário, o humanismo tratado no livro não cede a efusões sociais: é um humanismo verdadeiro do artista.

Essas e outras obras acabam se tornando parte da cidade que, a cada ano, se torna cada vez mais interessante. São Paulo já foi contada e interpretada por diversos artistas e sempre surgem novos meios de mostrar suas belezas.

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