Banda brasiliense Centropia disponibiliza vídeo da música “Desencanto” e se apresenta no dia 6 de junho (sábado) no evento “Pedrada At Home”, transmitido pelo YouTube

A banda brasiliense Centropia disponibilizou o webclipe da músida “Desencanto”, o terceiro single do álbum “Centropia 3”, que está sendo lançado em etapas ao longo de 2020. O vídeo, dirigido por Moisés Marques, da produtora CreativeNoise, pode ser visto no canal oficial youtube.com/channel/UCOtbElbKAaGGaq5a9ZM65IQ e tem imagens registradas no estúdio ZeroNeutro, da banda Natiruts, onde o quarteto formado por Lauro Aires (violão e voz), Marcelo Lima (bandolim, guitarra, violão e voz), Fernando Rodrigues (baixo, viola, percussão e voz) e Renato Glória (bateria e percussão) gravou as primeiras músicas de seu novo disco. “É a música um pouco mais triste desse trabalho, mas com arranjo mais rock and roll. Acho que o público que acompanha o Centropia vai se reconhecer mais nessa faixa”, explica Lauro Aires.

Além disso, o Centropia irá representar Brasília na terceira edição do festival virtual Pedrada At Home, realizado por produtores do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, e que ocorrerá nos dias 6 e 7 de junho (sábado e domingo), das 18h às 22h. Serão 24 bandas de diferentes estados em apresentações de 20 minutos cada pelo canal www.youtube.com/channel/UCf2v8oBceknxu65IkNWil1wLauro Aires e Marcelo Lima registraram quatro músicas especialmente para a apresentação, marcada para as 20h do dia 6 de junho. Mais informações: www.facebook.com/pedradaathome (em anexo segue flyer do evento).

Vale lembrar que, durante os meses de março e abril, o Centropia já havia lançado os webclipes das músicas “Mar Grosso” e “Sertanejana”, ambas também com direção de Moisés Marques e integrantes do álbum “Centropia 3”. E ainda a inédita “Tudo Passa”, gravada em casa pelos quatro integrantes usando câmeras de celular, e composta há mais de quatro anos em homenagem ao cantor e compositor paulista Arnaldo Baptista (ex-Os Mutantes), numa parceria entre Lauro Aires e Marcelo Lima.

Está sendo a primeira vez que o Centropia foca o trabalho totalmente para o ambiente digital, sem discos físicos. As sessões de gravação no ZeroNeutro vem rendendo webclipes e pequenos documentários do dia a dia da banda no estúdio. “Centropia 3 é um disco que volta os olhos mais para dentro do Brasil”, explica Lauro Aires. “Acho que talvez o novo trabalho dialogue mais com o primeiro disco – que considero um rock com temperos de ritmos brasileiros, como o baião, por exemplo. Centropia II era mais pesado, mais na linha de rocks e baladas. De qualquer modo é um trabalho que se completa. Os três discos mostram uma unidade e são um bom retrato da evolução da banda”, completa o artista.

SOBRE A BANDA

Centropia nasceu em 2014 do reencontro, 20 anos depois, de dois antigos parceiros musicais, Lauro Aires e Marcelo Lima. Navegando entre o rock´n roll, o baião e o reggae, a banda é uma utopia do centro do Brasil. Uma entropia brasiliense integrada numa visão contemporânea da MPB. Basicamente um som de Brasília, onde as pessoas da geração de Lauro e Marcelo cresceram influenciadas pela cena internacional das embaixadas estrangeiras, pelo sotaque nordestino das feiras, pela culinária mineira, pelos ritmos de Bob Marley e, sobretudo, pelos acordes roqueiros.

A formação da banda engloba um pouco dessa diversidade. Lauro Aires começou na música nos anos 1990 como intérprete e instrumentista. Participou de projetos com Marcelo Lima e Bruno Dourado em trabalhos de rock e MPB e também faz parte do time de compositores e cantores do bloco Galo Cego. Marcelo Lima vem do celebrado grupo instrumental Marambaia. Fernando Rodrigues é também integrante do Pé de Cerrado. Renato Glória tem diversos trabalhos em estúdio e em shows, integrando recentemente a banda da cantora Indiana Nomma.

O disco de estreia, “Centropia”, lançado em 2015, contou com as participações do guitarrista Kiko Peres e do baixista Luís Maurício (ambos do Natiruts), do percussionista Bruno Dourado (ex-Natiruts e Innatura), do tecladista Felipe Viegas (produtor de Ellen Oléria) e dos arranjos de metais de Westonny Rodrigues (Funqqestra). O álbum foi citado entre os melhores do ano por veículos especializados. Em 2018 foi a vez do segundo trabalho, “Centropia II”, mais “roqueiro”, que levou o quarteto a se apresentar em várias cidades brasileiras e em festivais importantes como o Porão do Rock (no mesmo ano), além de shows pela Alemanha, França e Portugal.

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