Banda brasiliense Centropia disponibiliza o vídeo de “Sertanejana”, novo single de “Centropia 3”, que está sendo lançado ao longo de 2020

Em 2020, a banda brasiliense Centropia está lançando o terceiro trabalho, “Centropia 3”, em etapas. E o segundo webclipe, da música “Sertanejana”,  já vai estar disponível nessa sexta-feira (3/4), ao meio-dia, no canal oficial youtube.com/channel/UCOtbElbKAaGGaq5a9ZM65IQ. Com direção de Moisés Alves, o webclipe tem imagens registradas no estúdio ZeroNeutro, da banda Natiruts, mesmo local onde as primeiras faixas do disco foram gravadas pelo quarteto formado por Lauro Aires (violão e voz), Marcelo Lima (bandolim, guitarra, violão e voz), Fernando Rodrigues (baixo, viola, percussão e voz) e Renato Glória (bateria e percussão). “Sertanejana é uma música que nasceu como um baião e foi ganhando ares mais pop e no final tem até um pouco de pegada rock, meio ‘baioque’, rock com baião. A letra fala sobre meu processo de composição e inspiração”, conta o cantor e compositor Lauro Aires.

Vale lembrar que, durante o mês de março, o Centropia já havia lançado o primeiro webclipe, da música “Mar Grosso”, também com direção de Moisés Alves, e disponibilizado essa faixa e mais “Sertanejana” e “Desencanto” para audição em todas as plataformas oficiais. Lauro Aires assina todas as composições, sendo uma em parceria com Luís Maurício, fundador e integrante do Natiruts. Essa parceria, da faixa “Briga”, será disponibilizada em breve. “Lançar o trabalho aos poucos tem algumas vantagens. Dá tempo para as pessoas digerirem o trabalho. E dá tempo pra banda interagir com os fãs e trazê-los pra dentro do processo artístico, principalmente com as redes sociais”, conta Lauro. “A faixa ‘Briga’ já está sendo preparada a partir da contribuição de amigos que acompanham a banda”.

Está sendo a primeira vez que o Centropia foca o trabalho totalmente para o ambiente digital, sem discos físicos. As sessões de gravação no ZeroNeutro estão rendendo webclipes e pequenos documentários do dia a dia da banda no estúdio. “Centropia 3 é um disco que volta os olhos mais para dentro do Brasil”, explica Lauro Aires. “Acho que talvez o novo trabalho dialogue mais com o primeiro disco – que considero um rock com temperos de ritmos brasileiros, como o baião, por exemplo. Centropia II era mais pesado, mais na linha de rocks e baladas. De qualquer modo é um trabalho que se completa. Os três discos mostram uma unidade e são um bom retrato da evolução da banda”, completa o artista.

SOBRE A BANDA

Centropia nasceu em 2014 do reencontro, 20 anos depois, de dois antigos parceiros musicais, Lauro Aires e Marcelo Lima. Navegando entre o rock´n roll, o baião e o reggae, a banda é uma utopia do centro do Brasil. Uma entropia brasiliense integrada numa visão contemporânea da MPB. Basicamente um som de Brasília, onde as pessoas da geração de Lauro e Marcelo cresceram influenciadas pela cena internacional das embaixadas estrangeiras, pelo sotaque nordestino das feiras, pela culinária mineira, pelos ritmos de Bob Marley e, sobretudo, pelos acordes roqueiros.

A formação da banda engloba um pouco dessa diversidade. Lauro Aires começou na música nos anos 1990 como intérprete e instrumentista. Participou de projetos com Marcelo Lima e Bruno Dourado em trabalhos de rock e MPB e também faz parte do time de compositores e cantores do bloco Galo Cego. Marcelo Lima vem do celebrado grupo instrumental Marambaia. Fernando Rodrigues é também integrante do Pé de Cerrado. Renato Glória tem diversos trabalhos em estúdio e em shows, integrando recentemente a banda da cantora Indiana Nomma.

O disco de estreia, “Centropia”, lançado em 2015, contou com as participações do guitarrista Kiko Peres e do baixista Luís Maurício (ambos do Natiruts), do percussionista Bruno Dourado (ex-Natiruts e Innatura), do tecladista Felipe Viegas (produtor de Ellen Oléria) e dos arranjos de metais de Westonny Rodrigues (Funqqestra). O álbum foi citado entre os melhores do ano por veículos especializados. Em 2018 foi a vez do segundo trabalho, “Centropia II”, mais “roqueiro”, que levou o quarteto a se apresentar em várias cidades brasileiras e em festivais importantes como o Porão do Rock (no mesmo ano), além de shows pela Alemanha, França e Portugal.

Saiba mais / Ouça o Centropiawww.linktr.ee/centropiabsb

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