Lançamento do livro “Cem Poemas Escolhidos de Marcos Freitas”, a ser realizado dia 29 de maio (quarta-feira) de 2019, no Beirute Asa Sul, em Brasília – DF

Eis aqui, nestes 100 poemas que ascendem às correntes dos ares e percorrem o planeta como um gavião eletrônico, um poeta engenheiro das águas revoltas águas, nascido prá lá de lá da Serra das Confusões e que sonhou em meditação na gruta mágica de Ubajara e no parque das Sete Cidades. É lá, no mais agreste do mais agreste sertão que “no meio do nada, surgem tartarugas de pedra”, que caminham lentamente nas noites de lua cheia. Prefácio: José Roberto da Silva.

Neste poemário, Marcos Freitas mostra que a poesia é livre e pode ter muitas faces: há um poema que pode ser lido de cima para baixo ou vice-versa, da esquerda para a direita ou seguir como bem o leitor preferir. Faz-nos lembrar outro poeta, o boliviano-suíço Eugenio Gomringer, criador das Constelaciones verbales, que definiram a imagem do texto e o texto da imagem, além do grupo cujos líderes foram Augusto e Haroldo de Campos e Décio Pignatari.

Refiro-me ao movimento que, nos anos 60, alcançou certa força e mostrou que a fonética, as artes plásticas e a semântica eram irmãs. Falo da poesia concreta que também encontramos, em menor escala, em Marcos Freitas.

Prólogo: Kori Bolívia.

• Paperback: 144 pages
Cem Poemas Escolhidos de Marcos Freitas
Ed. Amazon (USA), 2018.
144 páginas.
ISBN-10: 1791648908
ISBN-13: 978-1791648909

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