O emocionante vídeo da canção “Indestrutível”. Este é o sexto e último videoclipe do disco “Vai Passar Mal” (2017).

Para o lançamento do vídeo, Pabllo fará uma live hoje, direto do escritório do Facebook, em São Paulo, com início às 17h15. Além da estreia do clipe e dos bastidores da produção, a ação tem como objetivo promover uma discussão sobre a juventude LGBT, com a temática do preconceito e do bullying nas escolas.

Os fãs poderão fazer perguntas e enviar depoimentos de superação através da hashtag #tudovaificarbem. A live contará com a participação das cantoras Mulher Pepita e Aretuza Lovi; o influencer Federico Devito; o jornalista Phelipe Cruz, editor-chefe do portal Papel Pop; a jornalista Alexandra Gurgel, do Canal Alexandrismos; além de Iran Giusti, fundador do centro de acolhimento LGBT Casa 1. A ação irá ainda anunciar o leilão de um dos vestidos que a cantora usa no clipe de “Indestrutível”. A renda será totalmente revertida para a ONG Casa 1.

O clipe é ambientado em uma memória dolorosa de adolescência cercada pela homofobia, ódio, discriminação e intolerância. A primeira cena é mesclada com a informação, em fundo preto, que diz: “73% dos jovens LGBTs sofrem bullying nas escolas”.

Ponto central do clipe, a dor causada pelo preconceito foi a conexão principal para ligar tudo o que Pabllo viveu à história de todas as pessoas que se identificam com esses primeiros resquícios de agressão, que geralmente acontecem na escola, na adolescência.

A partir daí a narrativa caminha para a violência física, que se sobrepõe a voz de Pabllo, que canta “Eu sei que tudo vai ficar bem e as minhas lágrimas vão secar”, enquanto surge a imagem da artista que, em uma sala repleta por espelhos, traz a força da voz que representa milhares de jovens ao clamar: “Se recebo dor, te devolvo amor”.

Com direção de cena e produção de Bruno Ilogti, responsável por clipes como “Sua Cara” (Major Lazer Feat Anitta e Pabllo Vittar) e “Double Dutchess”, de Fergie, o clipe, todo em P&B, traz a narrativa ao pé do ouvido, de forma mais próxima e íntima, em planos fechados, ascendendo à superação conforme Pabllo se transforma em uma diva em cima do palco.

O garoto, que pode ter sido a artista quando jovem, aparece na plateia de seu show, agora triunfante, com sua imagem reconstruída e preparado para seguir em frente, com um discurso leve e sensível sobre superação que Pabllo declama ao final. A identificação com a mensagem é clara – e extremamente essencial: “Está na hora de transformar o preconceito em respeito!”.

O projeto conta também com o apoio da Coca Cola Brasil. A empresa colocou suas duas maiores marcas – Coca-Cola e Fanta – para combater o preconceito e reforçar seu compromisso com a diversidade e com uma sociedade mais plural.

“Essa Coca é Fanta sempre foi uma expressão usada de forma pejorativa. E nosso papel é ajudar na conscientização dos brasileiros mostrando o impacto que essas ofensas tem na vida de uma pessoa. Por isso nos juntamos a Pabllo nesse projeto para transformar o preconceito em respeito, celebrando a liberdade”, afirma Conrado Tourinho, gerente sênior de comunicação e marketing integrado da Coca-Cola Brasil.

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