A banda brasiliense Breu lança o clipe da música “Voar de Novo”, single que estará presente no Ideia Errada, primeiro álbum do grupo

Almejando novos horizontes, o videoclipe é o ponto de partida para a nova fase do grupo, que se vê pronto para efetivar a inevitável formulação de uma nova identidade que envolve até mudança de nome: deixa de lado o MDNGHT MDNGHT – adotado desde seu surgimento em 2014 – e emerge para Breu. “Tivemos uma repercussão bem positiva após o anúncio da mudança. O nome anterior era ineficiente, apesar de ser um nome legal. Agora temos um nome que é bom, simples, curto, em português, e mais fácil de falar e achar”, explica o guitarrista Henrique Rodrigues (Biu).

O álbum foi composto a partir de quatro adjetivos-chave: atemporal, desafiador, gostoso e útil. Foi assim que cada um dos integrantes definiu, em uma palavra, o que buscava expressar no disco. “Acho que fizemos o álbum que queríamos e executamos o que planejamos, além de ter sido um processo de muita aprendizagem.

É um trabalho que surgiu da sede de fazer algo diferente, algo que fosse eterno, atemporal”, destaca o vocalista, guitarrista e tecladista Henrique Cintra (Bepo). “O álbum foi bem sincero. Foi um processo de composição e entrega. Tentamos nos desafiar de todas as formas, sair da caixinha e do óbvio. A gente sempre tenta se superar em relação as coisas que fizemos antes”, conta o baixista Maurício Barcelos (Malms).

Por um ano, os jovens fizeram uma imersão total em busca dessa nova essência até ver nascer o Ideia Errada, um disco muito expressivo e sincero, baseado em experiências pessoais reais dos últimos meses. “Foi um período de estudo de referências, de sonoridades novas, de estudar o próprio instrumento, de entender as suas próprias limitações e tentar aumentar o nível em um aspecto possível”, comenta o baterista Anderson Freitas. Ávidos por experimentar, os rapazes foram atrás de quem comprasse suas ideias. No caminho, encontraram os cúmplices perfeitos: os gaúchos André Zinelli e Diego Poloni, responsáveis pela produção e mixagem do material.

Neste trabalho, o psicodélico de roupagem pop prossegue como base, mas com nuances do progressivo. Agora com letras e nome em português, inicia-se oficialmente uma busca pela inovação dentro da brasilidade, permitindo-se beber da fonte de nomes como Milton Nascimento, Gilberto Gil, Tim Maia e Djavan, mas sempre em busca do inédito. “Tem um pouco a ver com o que lançamos antes, mas está mais maduro e mais experimental, sem o apelo pop do último trabalho com a MDNGHT MDNGHT, o EP Colora”, ressalta Maurício Barcelos. Ideia Errada tem lançamento previsto para junho.

QUEM SÃO?

A banda Breu é formada por Henrique Cintra, o Bepo (vocalista e guitarrista), Maurício Barcelos, o Malms (baixista), Henrique Rodrigues, o Biu (guitarrista) e Anderson Freitas (baterista).

Em 2014, Biu e Malms, ambos membros de bandas da cena autoral brasiliense, se uniram num projeto para tocar o que chamam de indie dançante. Convidaram Bepo para o posto de frontman, com sua voz, guitarra e sintetizadores. E, para completar o time, Valério na bateria e percussão eletrônica, que mais à frente deixou o posto, assumido por Anderson Freitas. Assim surgia a MDNGHT MDNGHT.

Após o lançamento de dois EP’s, Adventure EP e Colora EP, a banda começou uma turnê, em 2017, que passou por mais de 20 cidades brasileiras em cinco estados, tocando ao lado de nomes como Baiana System, Francisco, El Hombre, Scalene, Far From Alaska e Braza, além de apresentações em famosos festivais pelo país, como o Febre, em Sorocaba, e o Festival Tenho Mais Discos Que Amigos, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília.

Em 2018, a banda passa por grandes mudanças, como a troca de nome. O grupo abandona o MDNGHT MDNGHT e adota Breu: Pelo menos para nós, não há momento mais inspirador que aqueles em que nos encontramos mais vulneráveis, quando não conseguimos mais enxergar caminhos e temos de nos guiar apenas com a luz das nossas forças internas.

Um duelo inadiável entre crença e descrença, onde sempre um novo significado é revelado ao final. Queremos espantar os males cantando que um recomeço do fundo do poço é também um impulso de volta à superfície, com mais atenção ao que nos faz bem. Já dizia Tim Maia: “Que beleza é conhecer o desencanto, e ver tudo bem mais claro no escuro”.

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