Brasília em Plano Aberto


No CCBB, “Brasília em Plano Aberto”, série de 12 encontros com a produção cinematográfica de Brasília

Ao longo de 12 meses, o Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil exibe uma série de sessões especiais, uma por mês, com curtas-metragens realizados em Brasília. Num total de 48 filmes, sendo exibidos quatro por sessão, cada edição da mostra acontece sob um tema específico, de maneira a guiar o espectador através das riquezas e versatilidade do cinema de todo o Distrito Federal.

Inspirados no conceito de que o cinema é um importante meio de se registrar a cultura e os costumes de um povo e por se tratar de um potente veículo de comunicação para disseminação de ideias e conceitos, a dupla de curadores e idealizadores de “Brasília em Plano Aberto”, Maurício Witczak e Wol Nunnes, elencaram 48 filmes dentre documentários, ficção e híbridos, que refletem a identidade da jovem Brasília.

Neste sentido, a mostra “desempenha o papel de apresentar aos apreciadores e consumidores de arte, uma cartografia da produção cinematográfica realizada nos últimos 40 anos e que reúne, em um só evento, registros e olhares de uma sociedade captados através das lentes dos cineastas experientes, com suas carreiras já consolidadas, assim como de jovens que despontam no cenário do audiovisual local e também nacional”, justifica Maurício Witczak.

Para a primeira edição da mostra, “além de revelar toda a diversidade de temas e estilos do cinema de Brasília, prestaremos uma justa homenagem ao documentarista Vladimir Carvalho, grande referência da cultura nacional e uma inspiração para os cineastas de hoje e de amanhã”, enaltece Wol Nunnes.

Brasília em Plano Aberto traz ainda como uma de suas propostas o reconhecimento e o encontro com cineastas e a cidade, elevando a autoestima e estimulando o orgulho do que é pensado e produzido por aqui. Após cada sessão, acontece um bate-papo entre os cineastas com os espectadores. Interação que continua na área externa da sala de cinema ao som de DJs, que irão tocar trilhas sonoras marcantes da história do cinema, e Bike Foods com cardápios variados de comidas e bebidas.

Serviço

Mostra: Brasília em Plano Aberto
Local: Sala de cinema no CCBB Brasília
Endereço: SCES Trecho 2
Periodicidade: Na primeira quarta de cada mês, sempre a partir das 19h30.
Formato: Exibição de quatro curtas-metragens e bate-papo com cineastas, dentro da sala de cinema, e DJ´s e Bike Foods, na área externa.
Entrada franca.
Classificação indicativa: 16 anos
Informações: (61) 3108-7600

Ficha técnica

Idealização e Coordenação de produção: Wol Nunnes
Produção Executiva: Mauricio Witczak
Curadoria: Maurício Witczak e Wol Nunnes
Coordenação Administrativa: Guinada Produções (Guilherme Angelim)
Assistente de Produção: Anna França
Assistente de elaboração de projeto: Rogério Almeida
Design Gráfico: Cheo Gonzales
Projeto Gráfico: Fermento Comunicação
Assessoria de imprensa: Território Cultural
Assessoria de Comunicação: Rodrigo Machado
Fotografia: Léo Monteiro
Registro audiovisual: Boo Filmes
Teaser: Cauê Brandão
Trilha Sonora (Teaser): Rafael Farret
Close caption: Felipe Brandão
Design de troféu e certificados: Lúcia Feitosa
DJs: Criolina
Técnico de som: Rogério Almeida
Interpretação de Libras: Fernando Guireles

Programação de 2017

5 de julho: Tema: Homenagem a Vladimir Carvalho
“Vestibular 70”, de Vladimir Carvalho. Ano de produção: 1971 14 minutos. Classificação indicativa: livre. Sinopse: Uma reflexão sobre os exames vestibulares, sublinhando os aspectos da tensão durante a realização deles.
“Vladimir conterrâneo velho de guerra”, De Dácia Ibiapina 30 minutos. Ano de produção: 2004. Classificação indicativa: livre . Sinopse: Documentário sobre Vladimir Carvalho, um cineasta da maior importância para o cinema documental brasileiro e sua vasta e necessária filmografia.
“Crônicas de uma cidade inventada”, de Luísa Caetano. 24 minutos. Ano de produção: 2014. Classificação indicativa: 16 anos. Um dia na vida de Brasília. As histórias cotidianas contadas pelos habitantes deste palco urbano constituem o mosaico. de Crônicas de uma Cidade Inventada.
“O homem que não cabia em Brasília”, de Gustavo Menezes. Ano de produção: 2016. Tempo de duração: 16 minutos. Classificação indicativa: livre Sinopse: Na utópica cidade de Brasília, um morador de rua confronta o preconceito, a exclusão e o complexo de inferioridade se utilizando das únicas armas que conhece: o deboche, a literatura de cordel e a cultura popular.

2 de agosto: Tema: Ditadura(s)
“O último dia de sol”, de Nirton Venâncio. Ano de produção: 1999. Tempo de duração: 18 minutos. Classificação indicativa: livre. Sinopse: Madrugada de 1º de abril de 1964, o dia seguinte ao golpe militar. Numa pequena cidade do interior nordestino, vemos a fuga de um militante político, com a mulher e o filho pequeno.
“Falta de ar”, de Érico Monnerat . Ano de produção : 2010 Tempo de duração: 20 minutos . Classificação indicativa: 16 anos. Sinopse: Um homem idoso, com graves problemas respiratórios, vive amparado pela filha e em constante disputa com o neto.
“A culpa é da foto”, de Joedson Alves, André Dusek e Eraldo Peres. Ano de produção: 2015. Tempo de duração: 15 minutos. Classificação indicativa: livre. Sinopse: Depoimentos de fotógrafos que ousaram protestar na rampa do Palácio do Planalto, em uma terça-feira de 1984, em pleno governo militar.
“Dia de folga”, de André Carvalheira. Ano de produção: 2006 Tempo de duração: 13 minutos . Classificação indicativa: 14 anos Sinopse: Todo trabalhador tem seu dia de folga.

6 de setembro: Tema : Inclusão
“Dona Custodia”, de Adriana de Andrade. Ano de produção: 2015. Tempo de duração: 15 minutos. Classificação indicativa: 14 anos. Sinopse: Baseado no conto homônimo do escritor Fernando Sabino, o curta-metragem narra a estória de um escritor solitário que tem sua rotina alterada pela presença de sua nova empregada: Dona Custódia.
“Rosinha”, de Gui Campos Ano de produção: 2016. Tempo de duração: 14 minutos Classificação indicativa : 14 anos Sinopse: O alvorecer da existência, uma rosa desabrocha ao receber as carícias dos últimos raios do sol. Um filme sobre amor e sexualidade na terceira idade e o desafio das convenções sociais.
“Mohamed”, de Dayana Dolloul . Ano de produção: 2015 Tempo de duração: 15 minutos . Classificação indicativa: livre. Sinopse: Conta história de irmão mais novo de Dayana, Mohamed, que tem síndrome de Down e luta diariamente para realizar seus maiores sonhos.
“O filho do vizinho”, de Alex Vidigal. Ano de produção: 2010. Tempo de duração: 6 minutos . Classificação indicativa: livre. Sinopse: Pela janela do seu quarto, Ronaldinho olha maravilhado as aventuras e peripécias de um garoto que é chamado de várias formas pela vizinhança.

4 de outubro: Tema: Crianças
“Ratão”, de Santiago Dellape Ano de produção: 2010 Tempo de duração: 22 minutos . Classificação indicativa: livre. Sinopse: Goma é um garoto que ajuda o tio a vender CD´s piratas na Feira do Paraguai, em Brasília.
“A menina espantalho”, de Cássio Pereira dos Santos- Ano de produção: 2008. Tempo de duração: 13 minutos. Classificação indicativa: livre. Sinopse: Luzia mora no campo com seus pais e o irmão, Pedro. Quando Pedro começa a ir à escola, Luzia quer acompanhá-lo, mas é impedida pelo pai.
“Doce de goiabada”, de Fernanda Rocha Ano de produção : 2014 Tempo de duração: 14 minutos . Classificação indicativa: livre. Sinopse: A magia da infância, a leveza do amor e a dureza do preconceito numa história repleta de doce.
“Meu amigo Nietzsche”, de Fauston de Silva Ano de produção: 2012 Tempo de duração: 15 minutos . Classificação indicativa: livre. Sinopse: Nietzsche: filosofo alemão do século 19. Lucas: estudante brasileiro do século 21. O improvável encontro entre os dois será o começo de uma revolução.

1º de novembro: Tema: Diversidade e Consciência negra
“Rap, o canto da Ceilândia”, de Adirley Queiroz- Ano de produção: 2005 Tempo de duração: 15 minutos . Classificação indicativa: 10 anos. Sinopse: Diálogo com quatro consagrados artistas do Rap nacional (X, Jamaika, Marquim e Japão), todos moradores da Ceilândia, cidade-satélite de Brasília.
“Das raízes as pontas”, de Flora Egécia. Ano de produção: 2015 Tempo de duração: 20 minutos. Classificação indicativa: livre Sinopse: Luiza tem 12 anos e fala com orgulho de seu cabelo crespo e sua ancestralidade. A história de Luiza é uma exceção.
“Marcas de uma estrada grio”, de Pato Sardá Ano de produção: 2013 Tempo de duração: 15 minutos . Classificação indicativa: livre Sinopse: Documentário sobre a brilhante trajetória do ator e bailarino João Negreiros.
“Entre cores e navalhas”, de Catarina Aciolly e Iberê Carvalho Ano de produção :2007 Tempo de duração: 10 minutos . Classificação indicativa: 14 anos Sinopse: Antony e Esperança ao se conhecerem estabelecem uma relação. Esse encontro desencadeia uma profunda mudança na vida e na aparência de ambos

6 de Dezembro: Tema: Destino(s)
“Para pedir perdão”, de Iberê Carvalho Ano de produção :2009 Tempo de duração: 17 minutos . Classificação indicativa: 14 anos Sinopse: Um homem atropela um táxi. Assim começa a busca alucinada de Pedro por Elisa em uma noite chuvosa de Carnaval.
“Traviling”, de André Amaro Ano de produção: 2015 Tempo de duração:11 minutos . Classificação indicativa: livre Sinopse: Um homem comemora seu cinquentenário numa viagem à cidade holandesa por meio de uma câmera em travelling.
“Banalidades”, de Rafael de Andrade Ano de produção: 2016 Tempo de duração: 10 minutos . Classificação indicativa: 14 anos Sinopse: Um simples gesto banal pode desencadear uma sequencia de acontecimentos que fogem do controle.
“Quase”, de Gilney Maia Ano de produção: 2011 Tempo de duração: 17 minutos . Classificação indicativa: 16 anos Sinopse: Após mais um dia de trabalho estressante, homem chega ao seu apartamento e passa vivenciar estranhas situações.

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